sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Review: Novo Universo de Warren Ellis e Guia de Leitura

Minissérie lançada pela Marvel entre 2007 e 2008, com roteiros de Warren Ellis e desenhos de Salvador Larroca e Steve Kurth.


Sinopse:

Planeta Terra. Habitado por mais de seis bilhões de pessoas. Pessoas que conduzem suas vidas normais, suas lutas diárias. Mas numa noite como qualquer outra, a Terra é abalada pelo evento celestial mais surpreendente já testemunhado pela raça humana: o Evento Branco. E a partir dele, um punhado de seres humanos surge como algo mais. Aqui reencontramos vários personagens reimaginados do Novo Universo original.

Review:

Kenneth Connel, Izanami Randall, o detetive John Tenses e a Dra. Jennifer Swan são os quatro personagens cujas vidas nunca mais serão as mesmas depois de se submeterem aos efeitos da luz branca. Cada um deles é apresentado em suas vidas cotidianas antes e depois do Evento Branco, enquanto que nos bastidores, agências governamentais como a CIA, o FBI, a ASN e até o exército tentam encontrar soluções para lidar com as aparições de seres super poderosos que começaram a manifestar seus dons após o estranho evento.

Warren Ellis utiliza basicamente os mesmos elementos da série Novo Universo original lançada nos anos 80, só que com uma grande diferença, que é passar um bom tempo apresentando explicações para o fenômeno e como cada um dos super seres – Estigma, Máscara Noturna, Cifra e Justice – estão relacionados com o propósito do universo em manter-se coeso. Na série original, havia mais personagens, mas as consequências e a maneira em como eles lidavam com suas transformações são bem parecidas com a forma como Ellis conduz a minissérie principal. Os desenhos de Salvador Larroca combinaram bem com o clima sci-fi da história, além de em vários momentos, mostrar alguns personagens como se fosse artistas de Hollywood (dá para se notar em alguns ângulos, artistas como Johnny Depp, Nicole Kidman, Gene Hackman, etc). Outra curiosidade é mostrar personagens do universo Marvel tradicional em versões diferentes, como Jim Braddock, que é o Capitão Britânia, mas que no Novo Universo é um famoso arqueólogo. Ellis também dá atenção ao fuso horário que existe nos EUA, para quem mora na Costa Leste e na Costa Oeste, pois há personagens que moram de uma ponta a outra do país, como Oklahoma (Oeste) e New York (Leste).

Outro cuidado com essa série foi a publicação de dois especiais:

- Novo Universo 1969 com roteiro de Kieron Gillen e desenhos de Greg Scott que mostra como a ASN lida com a aparição de super seres após o Evento Branco na década de 50. Tem até mesmo Tony Stark como um dos “escolhidos” pela luz branca para se tonar o Cifra. A maneira como essa questão é tratada é bem radical e num clima noir e pesado.

- Novo Universo Conquistador com roteiro de Simon Spurrier e desenhos de Eric Nguyen que mostra os efeitos da luz branca nos anos 1800 AC na antiga civilização de Zardath. Outra edição interessante, pois todas elas conseguem mostrar bem como diferentes pessoas de diferentes épocas lidam com as mesmas transformações.

Infelizmente a série acabou prematuramente, assim como sua versão original nos anos 80 também. Em minha opinião, o Novo Universo traz elementos que poderiam ser explorados por muito tempo, uma pena o cancelamento tão rápido. Recomendo a leitura da série toda.


Novo Universo (Guia de Leitura)

01) Novo Universo 1
02) Novo Universo 2
03) Novo Universo 3
04) Novo Universo 4
05) Novo Universo 5
06) Novo Universo 6
07) Novo Universo Shockfront 1
08) Novo Universo Shockfront 2
09) Novo Universo 1959
10) Novo Universo Conquistador

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

A Vida Peculiar de Um Carteiro Solitário

Do escritor quebequense Denis Thériault, essa obra passa despercebida com seu tamanho pequeno e capa sutil. Se eu não tivesse recebido ele por indicação certamente deixaria passar como apenas mais um no meio da oferta sem fim de entretenimento a que somos submetidos. Porém, não deixe isso desanimá-lo, porque esse é um dos poucos defeitos da obra, a capacidade de privá-lo de uma leitura extremamente prazerosa por sua apresentação acanhada. Quem perde é o leitor.
Sem pretensões de heroísmo épico, a vida do carteiro que acompanhamos, Bilodo, é tão singular quanto seu nome. Um personagem de propósito terno, mas questionável. Perfeito para a literatura.
Denis conseguiu mascarar a fórmula padrão de escrita literária sem desprender o interesse do leitor. O livro é curioso e estimulante do começo ao fim graças a ganchos que nos puxam de um capítulo ao outro.
Bilodo representa aquele momento em que você já se pegou pensando “como seria a vida de todas essas pessoas passando ao meu lado na rua que não conheço e nunca vou conhecer?”. No assento principal em frente a janela da vida privada do carteiro o leitor assiste rindo e se emocionando com as esquisitices de todos os personagens.
A parte boa, a boa mesmo, mais do que a mansidão acalentadora de ler sobre “coisas da vida” é o mistério! Porque A Vida Peculiar de Um Carteiro Solitário (posso abreviar? AVPduCS) é um grande mistério, um livro de investigação de alto nível que te envolve sem você pedir. E você só percebe quando é tarde demais.
Se você gosta de mistérios mas sabe apreciar a leveza da vida o AVPduCS será perfeito para você (embora eu precise reconhecer que essa combinação é pouco ortodoxa). Denis foi capaz de amarrar perfeitamente um contexto complexo e divertido que começa com uma despretensão exatamente proporcional à majestade de seu término. Confie em mim, você ficará de boca aberta!
Para finalizar é preciso falar sobre a joia principal da obra, o tratamento que Denis dá para os Haicai. Bilodo se envolve em uma saga poética e haicais povoam as páginas do livro todo. Eu sou do tipo que pula (vergonhoso, eu sei) os trechos de livros que se valem de poesias, sonetos e canções para enriquecer o conteúdo, mas em AVPduCS eu apreciei cada um. Cada Haicai é um trechinho bem feito e que se encaixa e compõe o livro de forma que nunca vi igual. Ou seja, além de uma leitura gostosa com mistério, AVPduCS te leva em um passeio poético nem um pouco entediante.
Confira a Sinopse:
Bilodo vive a tranquila vida de um carteiro sem muitos amigos nem grandes emoções. Completa diariamente seu percurso de entrega e retorna sempre à solidão de seu pequeno apartamento em Montreal. Mas ele encontrou uma excêntrica maneira de fugir dessa rotina: aprendeu a abrir as correspondências alheias sem deixar rastros e passou a ler as cartas pessoais com as quais se depara. E foi assim que ele descobriu o primeiro grande amor de sua vida: a jovem professora Ségolène, que mantém uma misteriosa correspondência com o poeta Gaston, composta somente por haicais. Instigado pela elegância e simplicidade de seus versos, Bilodo se vê cada vez mais fascinado por essa forma de poesia.Mas quando é confrontado com a perspectiva de se ver privado das cartas de Ségolène, ele precisa tomar uma decisão que pode levá-lo mais longe do que podia imaginar. Talvez seja hora de compor seus próprios poemas de amor.
Infelizmente nem tudo é rosa na obra, ao se aproximar do clímax você corre risco de sacar tudo o que está verdadeiramente acontecendo. Para nossa sorte, isso acontece tão perto do fim que o sentimento gerado, seja qual for, se encerra tão rápido quanto o livro. Ótimo presente de Natal, porque é uma obra tão bem feita que é capaz de agradar todos, do mais novo membro ao veterano da família!
A Vida Peculiar de um Carteiro Solitário
Editora Leya – Casa da Palavra
Autor: Denis Thériault
Tradução: Daniela P.B. Dias
Acabamento: Brochura
128 páginas
14×21 cm
R$ 34,90

sábado, 14 de novembro de 2015

Exposição: 10 anos de Amely


Amely, uma das raras personagens desenhadas por uma mulher cartunista no Brasil, está completando 10 anos em 2015. Para comemorar a data, a cartunista Pryscila Vieira produziu uma exposição itinerante. A primeira, aconteceu na Gibiteca de Curitiba (julho até setembro). Agora é a vez da cidade de São Paulo receber a Amely.
A exposição será inaugurada na única galeria de ilustrações do Brasil, a Ornitorrinco, no dia 18 de novembro, às 20h, onde ficará até janeiro de 2016. A mostra tem 60 tirinhas publicadas nos maiores jornais do país ao longo dessa década. Todas são impressas em azulejos emoldurados.
Foto de Pablo Contreras.
O destaque fica por conta de esculturas da personagem (30 cm de altura cada), esculpidas pela própria autora. Uma das bonecas é a «Amely em luto», vestida de preto, entristecida pelos cartunistas mortos no atentado contra o jornal Charlie Hebdo.
Na mesma data, acontecerá o pré-lançamento do livro em comemoração aos dez anos da boneca Amely, prefaciado por Ziraldo, fã incondicional da boneca.
Amely é uma boneca inflável encomendada através de um site mundial de vendas, que chega à casa de seu comprador com dois “defeitos” de fabricação: ela pensa e fala, como toda mulher de verdade. Então, Amely torna-se uma mulher real, com vontade própria, apesar de seus compradores não esperarem nada dela além do que um objeto sexual pode oferecer.
Há outro personagem, José Ronaldo (Zero), interpretando o comprador da real doll Amely. Ele resolve adquiri-la porque simplesmente cansou de conviver com mulheres do mundo real. Ele planeja que sua compra traga a mulher que, para ele, seria perfeita: a que não tentará julgá-lo. E tudo isso por um preço módico… mas a solução para seu problema dura pouco, pois Amely recusa-se a ser um mero objeto. Ela quer ser seduzida, quer preliminares, atenção, amor e carinho… como toda mulher de verdade.
Os cartoons de Amely tratam dos sentimentos de alguém que não esperamos que os tenha, muito menos que os expresse tão veementemente. E num mundo em que a lógica dos relacionamentos só difere pelo endereço, muitos leitores deparam-se com situações semelhantes às dos quadrinhos. Amely faz comédia com a tragédia da vida das mulheres.

Para mais informações, acesse www.amelyreal.com.

A Terra Falsa

Nem só de super-heróis vivia a Era de Prata. Afinal, a grande base para essa época era a ficção científica (que, porventura, acabou dando o tom aos novos super-heróis, enfim…). Muitos dos conceitos surgidos nessas histórias, mesmo que discretamente, futuramente seriam utilizados em revistas de linha.
A Marvel Comics, por exemplo, usou muito de suas histórias curtas de ficção científica para pegar elementos a serem incorporado a seu universo de heróis. Mas a Era de Prata transbordava de histórias curtas e criativas com autores que se tornariam notórios. É o caso de “A Terra Falsa”, escrita por Otto Binder e desenhada pela lenda Joe Kubert, publicada na revista Mystery in Space #35 pela DC Comics.
Tudo começa quando dois exploradores espaciais (em um futuro que nunca era definido e o segredo disso era o charme dessas histórias) descobrem que haverá uma invasão alienígena contra a Terra. A intenção dos invasores é roubar todos os recursos naturais da Terra e levar para seu agora árido planeta. É claro que não fariam isso de forma lá muito discreta. A ideia é roubar verdadeiros “nacos” do planeta, levando embora continentes inteiros e depois levar todo o oceano. Ou seja, queriam fazer um verdadeiro guisado de planeta Terra.
Os espiões terráqueos são descobertos e presos. Mas um guarda alienígena pra lá de pateta acaba adormecendo e os dois espiões fogem. O guarda se mostra tão pateta que até tropeça e bate a cabeça, deixando seus prisioneiros fugirem facilmente. Aí é que se pergunta: seria possível a Terra ser invadida por uma raça tão incompetente? Ou será que não eram tão incompetentes assim? Na verdade, sem que os espiões saibam, o guarda recebeu ordens para adormecer e deixá-los fugir (o que, agora sim, sabemos que fez com extrema competência). Isso para que pudessem auxiliar em desbaratar uma defesa da Terra que era, no mínimo, peculiar.
A defesa da Terra contra invasões consistia em “simplesmente” criar uma cópia holográfica do planeta inteiro. A “cópia” na verdade era uma armadilha já que, ao entrar nela, uma frota poderia explodir com uma descarga atômica. No caso da frota alienígena, as explosões ainda teriam uma reação em cadeia que destruiria todas as naves.
O único senão nesse grande plano é que não tiveram tempo de combinar nada com os espiões. E os alienígenas não eram tão idiotas assim (como podemos ver). Apesar dessa defesa da Terra ser apenas 50% eficiente (sim, pois essa era a chance de escolher o planeta “errado”), se os espiões fossem para a falsa Terra, explodiriam e os alienígenas seguiriam para a outra, que é a verdadeira. E se os espiões seguissem para a verdadeira… bem, os alienígenas saberiam que aquela era a verdadeira.
Os espiões, sem saída, acabam entrando em uma das Terras… e os alienígenas veem sua nave explodir. Daí partem para a outra Terra, mas descobrem que ela não é verdadeira, explodindo toda a frota. Quando os espiões chegam à Terra verdadeira, revelam que simularam uma explosão da nave com as baterias das naves. E, para descobrirem qual era a Terra verdadeira, observaram um pequeno detalhe na cópia:

“Bem, como dinheiro falso, ela deveria ter uma falha. Felizmente, não esquecemos algo feito pelo homem, que é visível do espaço. Desconhecendo a história da Terra, os inimigos não sabiam o que faltava no planeta falso. Há mais de um século, antes das viagens espaciais, os astrônomos da Terra previram que este monumento seria visível até mesmo do espaço… a grande muralha da China.”

Com isso aprendemos que os terráqueos são uma raça marota, que mesmo com 50% dá pra dar um jeitinho de aumentar suas chances (mesmo contra alienígenas), um pouco sobre conhecimentos gerais… e que todos os terráqueos devem consultar um oftalmologista regularmente… pra ter uma visão muito, mas muito boa mesmo a ponto de enxergar, afinal, a muralha da China do espaço e em uma cópia “não tão” perfeita de todo o planeta Terra!

Mystery in Space 35

Marvel Comics – Janeiro de 1957
Escrita por Ott Binder | Desenhada por Joe Kubert
Publicada no Brasil pela Ebal, em Superman n° 11

Fonte: Impulso HQ

Um novo filme de Dragon Ball vem aí!

Confirmando o que muitos fãs especulava, a Trilogia dos Deuses vai realmente existir. No Salón de Barcelona, na Espanha, a equipe do site “Ramen Para Dos” conseguiu uma confirmação do diretor Tadayoshi Yamamuro que estaria em produção, um terceiro filme de Dragon Ball Z, baseado na fase God dos personagens.
Apesar de muitas críticas aos últimos dois filmes de DragonBall, é inegável o sucesso da obra. Foram mais 3 milhões arrecadados apenas no Brasil. Infelizmente, enquanto houverem fãs obcecados, a obra clássica ainda estará sujeita ao fracasso por contratos comerciais.
De longe, Dragonball é uma das franquias mais rentáveis do mundo pop, envolvendo filmes, brinquedos, álbuns, animes e uma série de produtos licenciados. Visto isso, foi realmente uma pena que o roteiro e a história dos últimos filmes serem tão fracos e pobres, mas em partes, os fãs ainda tentam apoiar a captação de animes para o cinema Brasileiro. 
Se o objetivo é apenas entreter os novos fãs, trabalho bem feito, mas se por algum lado a intenção é agradar o antigo fã da série, mesmo com a corroboração de milhares de fãs, a franquia ainda está falhando.
De qualquer forma “Dragon Ball – O Retorno de Freeza” foi exibido nos cinemas brasileiros com pompa, conseguindo bilheterias impressionantes e salas lotadas, fazendo crescer os olhos de investidores que continuam a trazer as produções para nossas terras. Esse sucesso se repetiu pelo mundo todo. Nos EUA, por exemplo, o filme de Freeza bateu o recorde de uma animação japonesa nos cinemas de lá.

  Fonte: Impulso HQ

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

VULTO 25 - A trajetória de um lutador

Imaginar e sonhar… Ousar e lutar… Perseverar e realizar!
Verbos que, muitas vezes, levam décadas, muito trabalho e dedicação para traduzir a vida de um autor de quadrinhos independentes no Brasil, em especial quando seu estilo tem como base o gênero super-herói.
Para o mineiro de Belo Horizonte, Wellington Santos, imaginação e sonho tiveram ponto de partida o dia 20 de agosto de 1990 quando influenciado por personagens como Batman, Demolidor e Justiceiro, ele criou Vulto, um vigilante mascarado dotado de impiedosa mira certeira, implacável e, ao mesmo tempo, dono de um grande coração – um Superman sem poderes, mas armado até os dentes, pronto para dar a vida pelo que é justo e certo.
Wellington sempre gostou de quadrinhos e havia participado de alguns grupos dedicados produzir HQs, mas, com o tempo, as iniciativas debandaram… fato que não abalou a vontade do criador do Vulto. Decidido a se aprimorar antes de lançar a primeira aventura do personagem, ele produziu HQs do Vulto que chegaram a ter mais de 30 páginas e estas seriam publicadas no ano 2000, momento em que a ideia inicial para o combatente noturno do crime completava 10 anos. No entanto, na ocasião Wellington desistiu da produção, pois o personagem havia se transformado e não se parecia com o conceito concebido tempos atrás.
2005 foi o momento de realizar. Com o lançamento de Vulto O Vigilante, HQ de 88 páginas narrando a origem do personagem, Wellington ousou e lutou contra um mercado que, tipicamente, não favorece a produção nacional e diz não há autores e personagens. A edição foi lançada exatamente no 15º. aniversário de criação do Vulto durante os eventos da Semana de Arte promovida pelo Studio A4, escola de quadrinhos da capital mineira. Do sonho a luta e a realização, o personagem idealizado na década de 1990 finalmente iniciou sua trajetória maneira concreta e pujante.
A perseverança do autor ao longo dos 25 anos do personagem rendeu conquistas para ambos, como apoio da imprensa, a parceria com a editora SM/Júpiter II, que garantiu a publicação das edições seguintes das aventuras do vigilante, o contato e a consequente construção da amizade com outros autores, os convites para participação no Festival Internacional de Quadrinhos e para levar o Vulto para o selo Projeto Chroma após o fim das atividades da Júpiter e, sobretudo, o cativo do público leitor.
Em suas aventuras, Vulto caçou bandidos, derrubou cartéis criminosos, salvou a vida de
inúmeras pessoas durante a fúria de uma enchente, aliou-se a outros heróis, foi alvo de inimigos em busca de vingança, motivou outros guerreiros urbanos a lutarem contra o mal, viu surgir uma agente especial inspirada em seu plano de ação e agora celebra 25 anos de criação numa edição especial que traz a participação de autores renomados e estreantes. Segundo Wellington “o material ficou bacana e tanto os fãs do Vulto quanto aqueles que o conhecerão nesta edição ficarão satisfeitos e saberão tudo sobre ele através de uma ficha, resumo da origem e muitas aventuras curtas, pin-ups e texto explicativo”.
Lançada na Festcomix em São Paulo, a edição comemorativa de 25 anos chamou muita atenção e teve excelente atenção do público. Agora, chegou o momento de lançar a HQ na terra natal do personagem e a ocasião escolhida não poderia ser melhor. O autor estará no FIQ – Festival Internacional de Quadrinhos – que acontecerá em Belo Horizonte, entres os dias 11 a 15 de novembro. Vulto 25 e demais aventuras do personagem estarão a vendas no Projeto Chroma, que, na ocasião, garante de brinde o crossover Vulto e Corcel Negro.
Na galeria de imagens abaixo, o impulsivo leitor confere 25 artes, entre páginas e ilustrações, de momentos e personagens que compõe o Vultoverso.


                                                                                                                                                                                 Fonte: Impulso HQ

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Obrigado a todos pelos mais de 90.000 acessos ao nosso blog!


Pessoal, com alegria compartilho que até o momento computamos 90.471 acessos ao Blog Novo Sistema!!!

Passaram-se mais de 5 anos de muita atividade e muito empenho em tentar criar um canal de divulgação e debate sobre HQ's e afins e ao longo desse tempo o Novo Sistema foi só evoluindo agregando novos valores para melhor atender nossos leitores.

Queria agradecer a todos os blogs e sites que formam a mídia social e que ajudam nesta onda de equilíbrio da perspectiva de informação que circula pela internet dos quais também compartilhamos informações.

Obrigado também por sua participação, amigo leitor!!! Ela é muito importante para continuarmos nosso caminho!!!

Abraços,

Sullivan Suad