sábado, 30 de maio de 2015

21ª Fest Comix‏


Dia/horário: Sexta, 17 de julho às 10:00 a Domingo, 19 de julho às 18:00.
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center em São Paulo.

terça-feira, 26 de maio de 2015

Processos criativos de Quadrinhos Poético-filosóficos: A revista Artlectos e Pós-humanos

Fazer a biografia de Edgar Franco não é nada fácil. Artista múltiplo, pesquisador, professor-doutor, ao se abordar a vida e o trabalho criativo de Edgar corre-se o risco inevitável da parcialidade ou da fragmentação, dada a imensidão de sua obra. Esse desafio, contudo, deve ser ensaiado, abordando partes essenciais do percurso do autor, como o fizeram Elydio dos Santos Neto em seu pós-doutorado, que resultou no livro “Os quadrinhos poético-filosóficos de Edgar Franco”, lançado em 2012 pela Marca de Fantasia.
Pela mesma editora, temos também “Edgar Franco e suas criaturas no Banquete de Platão”, ensaio instigante da professora Nadja Carvalho, que investiga o potencial erótico nos quadrinhos e na cosmogonia do autor. Evidentemente são recortes interessantes sobre o universo criativo de Edgar Franco, mas que sempre necessitarão de complementação, sobretudo porque sua obra, bem como seu ser, configuram-se em processo permanente de transmutação.
Esse processo teria forte inflexão no final de 2011, quando ao completar 40 anos Edgar assumiu a identidade – ou melhor, a personificação evolutiva – de ciberpajé, confluindo as perspectivas do mundo tecnológico com as raízes e a ancestralidade dos rituais xamânicos, que passaram a ocupar cada vez mais espaço em sua vida e arte. Esse processo excepcional de transformação e elaboração artística é o que se encontra analisado neste livro, escrito pelo próprio Edgar em parceria com Danielle Barros, aliás, IV Sacerdotisa da Aurora Pós-humana.
Danielle, além de admiradora de Edgar, estudou sua obra em profundidade. Envolveu-se apaixonadamente no universo fantástico do autor, donde se percebe no livro o olhar reverente, mas não translúcido sobre seus processos evolutivos. Como IV Sacerdotisa, incorporou-se ao projeto mítico-tecnológico de Edgar, participando como parceira de fanzines, quadrinhos e performances lúdico-teatrais.
O testemunho de Edgar, acompanhado pela investigação arguta de Danielle, é um presente aos apreciadores da obra desse excêntrico autor, que tem levado a arte para além das formatações comerciais, transformando-a num processo de vida. Evidentemente, não é tudo o que se tem a apreender de Edgar – Danielle já indica a prospecção de outros enfoques sobre sua obra –, mas é um documento importante para quem quer conhecer os meandros criativos do artista.

Fonte: Henrique Magalhães, Marca de Fantasia

1º Zine Die Barueri



A mostra do Zine Die se propõe a abrir espaço para produção alternativa e independente bem como criar um diálogo entre os expositores e o público que muitas vezes desconhece estas publicações. A mostra abriga impressões em diversos materiais como fotografias, painéis, serigrafia, gravuras, pinturas, ilustrações entre outros.

Evento no Facebook e mais informações: https://www.facebook.com/events/1113723078654558/

Matéria na Zupi: http://www.zupi.com.br/1o-zine-die-acontece-em-barueri-sao-paulo/

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Reabertura da Gibiteca de Santos (31/05)



Após três meses de reforma, a Gibiteca de Santos reabre as portas no dia 31 de maio, às 15h, com uma programação especial! Agradecimentos especiais para todos que colaboraram, participaram e torceram para o breve retorno.

Todas as atividades que serão realizadas com a participação de amigos colaboradores da Gibiteca de Santos. Um orgulho de contar com o apoio e a credibilidade, agradecimentos mais que sinceros, de toda a equipe da Gibiteca de Santos.

Confira a programação:


• Exposição coletiva 'Os melhores do Flexa Arts'
• Exposição de Gashapon do Animelan
• Caricaturas ao vivo com a equipe Caricartoon
• Sketchcrawl Santos com o cartunista DaCosta
• Encontro Cosplay com Camila (Michii), K Misaki, R'yuni Cosplay, Vi Cosplay, Driade Iris, Luiz Felipe, Rodrigo Freire e muito mais
• Tarde de autógrafos com Will Sideralman, João Pinheiro e Wagner Rocha


Mais informações: https://www.facebook.com/gibiteca.santos?fref=ts

A gente se encontra lá!!! Emoticon wink

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Episódio piloto de Supergirl vaza na internet

O seriado da Supergirl estreará no canal norte-americano CBS em novembro deste ano. Mas, a cada dia que passa, os canais tradicionais de comunicação aprendem um pouco mais sobre a atual era tecnológica em que vivemos, em que tudo e todos estão conectados.
O episódio-piloto de Supergirl vazou na internet seis meses antes de seu lançamento oficial e foi disponibilizado em sites de compartilhamento de arquivos.
Ao contrário do que costuma acontecer, essa versão pirata é de alta qualidade, disponível em formatofull HD, com 1080p de resolução, e não possui qualquer marca d’água. As primeiras cópias foram vistas durante a madrugada desta sexta-feira.
Até a publicação desta nota, a CBS não havia comentado o ocorrido.
Assista abaixo ao trailer estendido de Supergirl.



Fonte: Universo HQ

Tom Brevoort fala sobre o futuro da Marvel

O editor Tom Brevoort confirmou recentemente que o Universo Marvel avançará oito meses após o término das Guerras Secretas. Uma estratégia similar já foi usada pela DC Comics, em sagas como Crise Infinita e Ponto de Ignição.
Marvel Comics usou esse recurso para avançar oito meses na cronologia de Vingadores e Novos Vingadores, nas aventuras que levaram até a destruição do multiverso.
Segundo ele, muitos personagens e equipes introduzidos durante o crossover continuarão a existir após o final do evento. Hulk e Maestro, A-Force e Shiklah’s Mrs. Deadpool & The Howling Commandos terão uma participação no futuro do novo Universo Marvel. A região do Battleworld conhecida como Weirdworld também continuará existindo.


Fonte: Universo HQ

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Conheça o site Fanzines do Brasil


Site de classificados, cujo intuito é divulgar anúncios de quadrinhos, fanzines, e itens de colecionador.

Acesse: http://fanzinesdobrasil.esy.es/

sexta-feira, 15 de maio de 2015

O Universo Marvel deixou de existir

Aviso aos leitores: este artigo lida com fatos recentes do Universo Marvel, divulgados na mídia norte-americana, que ainda são inéditos no Brasil. Por isso, aborda acontecimentos que certamente podem prejudicar o prazer de sua leitura no futuro.

Com a publicação de Secret Wars # 1, no início de maio, o Universo Marvel – como conhecemos desde 1961 – deixou de existir.
Os responsáveis por isso são Jonathan Hickman e Esad Ribic.
Mas não foi apenas a Terra-616 (o nome pelo qual é conhecida a principal linha temporal do Universo Marvel) que pereceu, mas todas as outras realidades, incluindo a do Universo Ultimate (Terra-1610).
No final de Secret Wars # 1, a editora publicou o obituário dessas “dimensões”: Universo Marvel – 1961-2015; Universo Ultimate – 2000-2015.
A minissérie Secret Wars terá oito edições e faz parte um crossover maior, que é ao mesmo tempo uma espécie de reboot do Universo Marvel e uma grande homenagem às principais histórias publicadas pela “Casa das Ideias”.
Os eventos da primeira edição servem de conclusão para toda a história que estava sendo contada emAvengersNew Avengers e outros títulos interligados, a maioria deles de autoria de Hickman.
Assim como na HQ Guerras Secretas original (minissérie de 1984-1985, de Jim Shooter e Mick Zeck), o Dr. Destino também tem um papel de enorme relevância. Aliás, isso já estava sendo destacado desde a revelação da identidade do Grande Destruidor, Rabum Alal, em New Avengers # 31.
Na Marvel pós-cataclisma, as histórias acontecem no planeta Battleworld, um mundo criado por partes de outras realidades do extinto Universo Marvel e controlado pelo Dr. Destino, que está acima de todos: Apocalipse e seus quatro cavaleiros, Sr. Sinistro, os irmãos Braddock, a tropa dos Thors, entidades místicas do Egito antigo etc.
Junto com o Dr. Destino estão a tropa Thor; Stephen Strange – o antigo Dr. Estranho –; o xerife de Agamotto, representando a religião; e Valéria Richards, a representante da ciência.
O novo paraíso do Dr. Destino possui uma muralha que impede a invasão das hordas da Aniquilação, do mundo dos Zumbis Marvel e da inteligência artificial de Ultron.
E se essas ameaças não bastassem, a Cabal de Thanos – Reed Richards (do Universo Ultimate), Namor, Maximus, Terrax, Cisne Negro, Proxima Midnight e Corvus Glaive – escapou da destruição.
Além dessa minissérie, a editora publicará outros títulos interligados nos selos Last DaysBattleworld e Warzones.


Fonte: Universo HQ

Segunda edição do evento Troca Justa, em Campinas

Comic City Store, de Campinas/SP, promoverá no próximo sábado, dia 16 de maio, a segunda edição do evento Troca Justa, em que os clientes da loja podem trocar ou vender seus quadrinhos, figuras de ação, cards, DVDs e Blue-Rays, consoles e jogos de videogame e afins.
O evento, que acontecerá no espaço da loja, a partir das 9h, vai ser aberto para o público em geral e só será cobrada uma comissão no caso de venda de produtos, sendo 10% para vendas em dinheiro e 15% para vendas com cartão de débito. No caso das trocas de produtos entre os visitantes, foco principal do evento, nenhuma comissão será cobrada.
As regras e orientações para quem deseja participar estão disponíveis na página do evento no Facebook. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail comiccitybrasil@gmail.com ou pelo telefone 0xx19-3362-0105.
A loja Comic City, onde acontecerá o evento, fica na Rua 14 de Dezembro, 53, no Centro de Campinas.


Resenha: Mad Max – Estrada da Fúria é adrenalina do início ao fim

Mad Max foi criado pelo diretor australiano George Miller, em 1979. Produzido quase totalmente de forma independente e mostrando uma Austrália distópica em um futuro não especificado, contava a história do policial Max Rockatansky tentando manter a ordem em uma sociedade decadente, comandada por gangues motorizadas. Mas quando sua esposa e filho são assassinados, ele decide tomar a justiça com as próprias mãos e parte em busca de vingança.
Foi também o filme que ajudou a alavancar a carreira de Mel Gibson ao estrelato.
O sucesso do longa-metragem gerou duas continuações. Em 1981, foi a vez de Mad Max 2 – A caçada continua, com o suporte de um grande estúdio de Hollywood, o da Warner Bros. Muitas pessoas conheceram a franquia por esse filme, considerado por vários fãs como o melhor da série.
Depois, em 1985, chegou Mad Max 3 – Além da cúpula do trovão. Coestrelado pela cantora Tina Turner, foi bastante criticado e o sucesso não se repetiu. A produção fechou a trilogia e marcou o fim da saga do louco Max.
Ou assim se pensava.
Passaram-se 30 anos e Miller retorna à obra que criou para um novo capítulo em Mad Max – Fúria da Estrada, agora com Tom Hardy no papel principal.


Este filme definitivamente não é um remake da película de 1979. A história é inédita e, diferentemente do que se poderia imaginar, também não se trata de um reboot. Esta nova aventura de Max Rockatansky pode tranquilamente ser considerado uma continuação da trilogia original.
Quem já conhece o personagem e o mundo criado por George Miller não terá dificuldade alguma para embarcar na nova trama. Quem não conhece, encontrará algumas dicas ao longo da projeção que o ajudarão a se situar.
Uma narração logo no início fala do passado de Max como policial e, em vários momentos, em flashesrápidos, ele é visto atormentado pelas pessoas que perdeu. A história também faz um bom trabalho em situar o espectador nessa realidade desértica e apocalíptica, mas sem perder muito tempo com explicações.
Curiosamente, Max aparece e fala pouco. Ele é mostrado como um andarilho, um homem solitário e introspectivo, fechado para o resto do mundo, cujo objetivo é apenas um: sobreviver. Mas ele se vê obrigado a integrar um grupo de fugitivos da Cidadela, lugar que poderia ser um oásis em meio ao mortal deserto, mas é governado com mão de ferro por Immortan Joe.
A maior parte dos 120 minutos é tomada pela perseguição de Immortan Joe e seus comandados ao grupo dissidente liderado pela Furiosa, em empolgantes cenas de ação. A personagem de Charlize Theron é um dos principais destaques. Não só pelo sempre competente trabalho da atriz, mas porque toda a trama gira em torno dela, o que a transforma praticamente na protagonista do filme.


Falando no elenco, vale mencionar outras duas performances importantes.
Nicholas Hoult (o Fera de X-Men – Dias de um futuro esquecido) faz um de seus melhores trabalhos ao viver Nux, um seguidor que acredita nas promessas feitas por Immortan Joe de um mundo melhor além-vida, onde os portões de Valhalla se abrirão para sua redenção, caso morra obedecendo as ordens dele.
O outro é o próprio vilão, Immortan Joe, vivido por Hugh Keays-Byrne, o mesmo ator que fez outro antagonista do herói, chamado Toecutter, em Mad Max (1979).
Quanto ao trabalho de produção, é impossível não dizer que esse mundo é o de Mad Max. Todas as características que tornaram a franquia conhecida estão lá: personagens bizarros, deserto infindável e veículos excêntricos, construídos com peças de diversos modelos diferentes, criando híbridos peculiares.
Os projetos mais recentes de George Miller foram as animações Happy Feet e Happy Feet 2, respectivamente em 2006 e 2011. Ele ficou anos afastado de filmes live-action. O último deles havia sido a comédia Babe – O porquinho atrapalhado na cidade (1998). Se for para considerar uma produção com tom mais sério, volta-se ainda mais no tempo, até 1992, quando dirigiu O Óleo de Lorenzo.
O diretor chegou a se envolver em algumas produções, como as tentativas anteriores de um novoMad Max. Era também o responsável por Liga da Justiça – Mortal, cuja produção foi interrompida pouco antes do início das filmagens, quando o elenco já havia sido inclusive escolhido.
Mas, ao assistir Mad Max – Fúria da Estrada, é possível perceber que ele não perdeu o jeito.

Mad Max – Fúria da EstradaDuração: 120 minutos
Estúdios: Warner Bros.Direção: George Miller
Roteiro: George Miller, Brandan McCarthy e Nick LathourisElenco: Tom Hardy, Charlize Theron, Nicholas Hoult, Hugh Keays-Byrne, Josh Helman, Nathan Jones, Zoë Kravitz, Rosie Huntington-Whiteley, Riley Keough, Abbey Lee, Courtney Eaton, John Howard e Melissa Jaffer.



Fonte: Universo HQ

quinta-feira, 14 de maio de 2015

10 MÁXIMAS BEM ATUAIS DOS LEITORES DE QUADRINHOS


Não com todos, ainda bem. Mas convenhamos, que com a embalagem cada vez mais “pop” que tudo relacionado a quadrinhos tem, é de ser notar que em quase toda “discussão” pela internet relacionada a isso, sempre tem algumas dessas:


10. “Odeio essa ditadura de que tudo tem que ser dark e sério para ser bom, por isso que não gosto dos filmes da DC... Mas cacete, que série boa essa do Demolidor, não sei por quê.”.



09. “Marvel só tem material lamentável. Sinceramente eu não li nenhuma mega saga interessante dela desde Guerra Civil, mas olha só esse filmes da Marvel Studius! Todos são um exemplo de como se fazer as coisas, realmente interessantes!


08. “X-Men da Fox é um lixo, só a Marvel Studius sabe trabalhar com seus personagens. Principalmente o ultimo lançado pela Fox: Professor Xavier com formula para andar? Fera alterando transformação? Sem falar daquela cena ridícula do Mercúrio que tanto elogiam... Eu gostei foi de Vingadores 2, onde a Feiticeira tem os poderes simplificados, e do Mercúrio, que digam o que quiser, não é bucha, ele só seria isso se fosse da Fox.”


07. “Tudo é sempre a mesma coisa, nada muda nos quadrinhos, não sai do lugar comum, esses otários não tem ideias novas... Peraí, denovo esses reboots? Eu odeio reboots! Por que não deixar as coisas como estão?”



06. “Eu não sou modinha! Apenas acho legal vestir camisas de um personagem que nunca li os quadrinhos, os filmes bastam!”


05. “Stan Lee é o cara! O que você disse? Kirby, o que? Quem é esse? Já apareceu nos filmes?”
 


04. “2006: Os caras fazem um filme sem ação com os pés no Super-Homem de outra geração, como isso pode prestar com o Super-Homem sendo um otário bonzinho 2013: O filme só tem ação, destruíram o Super-Homem, esse nunca foi o personagem que eu cresci vendo! É só mais um psicopata qualquer!”
  

03. “Marvel é a casa das ideias. Tudo lá é original, o que dizem que é plágio é só uma versão que ela fez por coincidência. E uma versão aprimorada, caso fosse plágio, porque não é!”


02. “Cinema e quadrinhos são universos diferentes. Nos quadrinhos uma equipe sofre para me entregar uma história em um mês, ganham bem, mas nem tanto, esses eu devo xingar, já que eles não produzem histórias decentes. Mas aqueles ali fazendo um filme, com anos de preparo, e retorno de milhões, esses sim, não importa o quanto eles sejam ruins, não posso levar a sério, tenho que elogiar mesmo quando erram.”


01.
 “Tom Hardy quer sair da DCepção e tentar ir pra Marvel... Ou Whedon tem que tentar e muito conseguir um emprego na DC...”

Não tá fácil pra ninguém...


segunda-feira, 11 de maio de 2015

Gian Danton lança o livro Como escrever quadrinhos

Como escrever quadrinhos (108 páginas, R$ 25,00), de Gian Danton, é o novo livro da editora Marca de Fantasia.
Quando o autor começou a escrever HQs, não havia nenhuma referência sobre o processo de produção de quadrinhos ou mesmo sobre a formatação do roteiro. Assim, ele lançou seu primeiro livro sobre o assunto, O roteiro nas histórias em quadrinhos.
Com diversas solicitações e indagações de novos roteiristas, além de sua trajetória com os problemas que teve que enfrentar e resolver, surgiram as novas ideais e os assuntos para uma nova obra.
Assim, além das técnicas de roteiro, o livro se debruça sobre o processo criativo a partir da experiência do próprio autor, que é roteirista desde 1989, quando publicou a história Floresta Negra na revistaCalafrio, em parceria com Bené Nascimento (Joe Bennett). Desde então, ele participou de diversos projetos, dentre eles a graphic novel Manticore e o álbum MSP+50.
Como escrever quadrinhos será vendido por R$ 25,00, mas está em promoção de pré-venda até o próximo dia 14 de maio, ao preço de R$ 18,00, com frete incluso – interessados podem entrar em contato pelo e-mail profivancarlo@gmail.com.

Fonte: Universo HQ

Estátua em tamanho natural da armadura Hulkbuster à venda nos EUA

Beast Kingdom Toys anunciou o lançamento de uma estátua em tamanho real da Hulkbuster, a armadura Caça-Hulk usada pelo Homem de Ferro no filme Vingadores – A Era de Ultron.
Com três metros de altura, pesando quase 700 quilos e rica em detalhes – incluindo vários pontos de luz -, a estátua chegará às lojas especializadas dos Estados Unidos no próximo mês de outubro, ao preço de 18 mil dólares.
Fonte: Universo HQ

Lançado aplicativo brasileiro para vender quadrinhos digitais


Já está disponível, na Apple Store, um aplicativo brasileiro para venda e leitura de quadrinhos. O Comix Trip é dedicado exclusivamente aos quadrinhos nacionais e pode ser baixado para iPads eiPhones.
São dezenas de HQs produzidas por quadrinhistas brasileiros e publicadas de forma independente ou por editoras nacionais.
Lançado no primeiro semestre de 2015, o Comix Trip tem o objeto de atrair não só o colecionador entusiasta, mas também o leitor eventual de autores específicos, como André Diniz, Flávio Luiz e Bianca Pinheiro, além de interessados no que há de mais recente no mercado brasileiro. No momento, estão disponíveis obras de mais de 100 autores.
As obras disponibilizadas são enviadas por autores ou editoras e então avaliadas pelo conselho editorial do aplicativo, que procura manter a qualidade do material oferecido.
O aplicativo é gratuito. O usuário compra a HQ selecionada por valores, na maioria, entre US$ 0.99 e US$ 5.99, algo em torno de R$ 3,00 a R$ 15,00.
Comix Trip é uma produção de Alexandre Montandon – sócio da Qualidade em Quadrinhos Editora, que atua há mais de 20 anos no mercado corporativo – e Ricardo Isidoro, proprietário daBusiness Intelligence, empresa que atua na área de inteligência de mercado. A ideia nasceu a partir de uma experiência com um aplicativo feito para a parceria SEBRAE e ABNT, com oito gibis sobre normas técnicas.
Para baixar o aplicativo na Apple Store, é preciso procurar por “comixtrip”. Ou então, clique aqui.
Nas próximas semanas, Comix Trip estará disponível também para Android.


quinta-feira, 7 de maio de 2015

Batman brasileiro ajuda crianças com câncer a passar pelo tratamento doloroso da doença


O Batman da vida real existe e ele é brasileiro. Em formato de documentário, o curta-metragem “Herói na Vida Real” narra a história de Cristiano Zanetta de Matos, que, depois de sofrer um acidente quando era criança, tornou-se fã do homem morcego por influência da mãe.
Mais tarde, Cristiano viu de perto a luta do pai contra um câncer, percebendo o quanto a vida de um super-herói pode ser inspiradora. Ele usou os quadrinhos como motivação para dar vida à figura do Batman nos hospitais que tratam de crianças com câncer em Criciúma (SC).
Cristiano se fantasia de “Cavaleiro das Trevas” antes mesmo de sair de casa. Com uma postura séria, ele consegue prender a atenção dos pequenos, que escutam cada palavra sua sem exitar.
Nas conversas que tem com as crianças, Cristiano usa sua história para encorajá-las a passar pelo tratamento doloroso da doença.

“Quando criança tive um trauma onde utilizei como terapia o personagem “Batman” e usei sua filosofia de vida para seguir em frente. Por meio de uma promessa pela melhora de meu pai, me dedicaria a ajudar as pessoas necessitadas, levando conforto e alegria nos momentos difíceis”, diz.


Na opinião dele, essas crianças não precisam de alguém que as faça sorrir, mas de uma figura que espelhe esperança em meio ao sofrimento.
Fora o trabalho nos hospitais, Cristiano também dá palestras sobre o tema. Ele é constantemente abordado por pessoas que têm familiares em tratamento.

Curta-metragem

O filme “Herói na Vida Real” narra um dia de ação do Batman brasileiro, registrando o momento em que ele veste o traje, seus treinos, o caminho que faz com sua batmoto e a visita ao hospital São José, em Criciúma.
O curta-metragem é uma produção sem fins lucrativos ou comerciais e não possui vínculos com a DC Comics e o grupo Time Warner. A narração do teaser é feira pelo dublador Ettore Zuim, conhecido por dar voz a Christian Bale, o Batman da trilogia dirigida por Christopher Nolan. Assista ao teaser:


Fonte: HQFan

Maria Magazine 6‏

O propósito de fazer uma revista humorística é o que move a Maria Magazine, trazendo a lembrança de antigas e memoráveis revistas, comoPatotaEurekaGriloO Bicho e Fradim, ou da mais recente Chiclete com Banana. Não pretendemos fazer comparações, mas nos inspirar no melhor que o gênero já produziu no país e que, infelizmente, sumiu por completo das bancas. O desaparecimento das revistas humorísticas é um fato que expõe certa decadência do mercado de quadrinhos no país e em outros recantos do mundo. Essa arte migra rapidamente de uma cultura de "massa" para um suporte elitista, que privilegia o álbum aos fascículos periódicos.
As tiras humorísticas são duplamente atingidas com os novos padrões editoriais. Por um lado, vê-se que os jornais, que são seu suporte original e mais popular, relegam o formato a espaços cada vez mais exíguos, quando as publicam; a maioria sequer prestigia esse tipo de crônica ilustrada como digna de seu valor artístico. Isso redunda no abandono de um público fiel do gênero, que tem que se contentar com as coletâneas em formato de livro de bolso. Por outro lado, mina-se a conformação de um novo público, impedido de surgir exatamente pela escassez da publicação de tiras diárias. E como num círculo vicioso, sem público não há revista.
Além das tiras denominadas Rendez-vous - que reúne a personagemMaria com outros do autor, Maria Magazine apoia-se no repertório da editora Marca de Fantasia, que traz em seu elenco alguns dos expoentes das tiras humorísticas nacionais, como é o caso de Anita Costa Prado e Ronaldo Mendes, com a personagem Katita. A revista também garante espaço aos novos quadrinistas paraibanos, divulgando e registrando seus trabalhos. Nesta edição traz o instigante personagem Espedito, de Ricardo Jaime.

Rendez-vous - Henrique Magalhães
Katita - Anita Costa Prado e Ronaldo Mendes
Espedito - Ricardo Jaime

H. Magalhães

Lançamento do Livro "O universo paralelo dos zines"


sexta-feira, 1 de maio de 2015

Lançamento "Tanta coisa me interessa, mas nada tanto assim"‏

Nada neste mundo me interessa mais que quadrinhos. Bem, talvez nenhum outro objeto, excetuando-se as pessoas. Mas quadrinhos, para mim, são mais que objetos. Como se eu fosse um super-herói, quadrinhos são um superpoder. Com eles eu consigo usar os dois lados do meu cérebro ao mesmo tempo e raciocinar mais rápido do que as pessoas que não estão acostumadas com esse tipo de leitura. Com os quadrinhos, você interpreta texto e imagem ao mesmo tempo, como elementos independentes e também como uma coisa só. Quadrinhos são, hoje, mais importantes do que jamais foram, como você poderá conferir no texto que abre esse livro.
O conteúdo aqui apresentado foi publicado primeiramente no meu blog SplashPages (http://splashpages.wordpress.com) e foi selecionado com a ajuda do Henrique Magalhães depois que eu sugeri a ele uma publicação pela Marca de Fantasia utilizando o conteúdo do blog. Tendo isto em vista, selecionamos textos que abarquem o quadrinho como mídia e como sistema, como comprova o texto em que compara a tal nona arte com literatura. Mas vai além de comparar apenas com o sistema escrito, mas com o audiovisual, quando compara-se os quadrinhos com as séries de televisão e as novelas.
Também falarei sobre a forma dos quadrinhos, num tempo em que, talvez, ela tenha sobrepujado o conteúdo. Mas esse último item não fica de fora, com uma breve análise da evolução narrativa dos quadrinhos e a importância de termos personagens sempre diferentes nas nossas queridas HQs. Ainda tem espaço para quadrinhos digitais, recepção e uma breve comparação de universos ficcionais que contém universos ficcionais.
Espero que você curta essa breve leitura e depois parta para o blog para se entreter com demais conteúdos sobre quadrinhos. Bom mergulho! SPLASH!

Guilherme Smee