quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

FELIZ ANO-NOVO!!!



A equipe do Novo Sistema agradece a todos que acessaram este blog nesse ano que se encerra, e promete muito mais informação, diversão e entretenimento para o ano que vem. Nos vemos em 2016!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

DC Comics descobrindo tesouros esquecidos

A mudança da sede da DC Comics de Nova York para Burbank, no ano passado, tem proporcionado interessantes descobertas que chamam a atenção dos aficionados por quadrinhos, principalmente daqueles que gostam de conhecer o rico passado da nona arte.
Graças à equipe do setor de biblioteca e arquivos da editora, que ainda está ordenando e catalogando cerca de 90 mil gibis, livros e materiais diversos que estavam guardados e esquecidos no antigo prédio, algumas preciosidades foram encontradas. Como um exemplar da revista World’s Fair, vendida exclusivamente no evento homônimo de 1939, que trazia uma aventura de um Superman louro e a primeira aparição de Sandman. O gibi, raro e muito valioso, já está exposto na biblioteca da DC.
E no último final de semana, a editora publicou em seu perfil de Twitter a imagem de uma confraternização natalina da empresa, realizada em 1945. A foto foi descoberta recentemente, na reordenação dos arquivos.
Acompanhada de uma lista de presença assinada por centenas de convidados, a fotografia mostra, dentre outros artistas, um jovem Joe Kubert com apenas 20 anos de idade e o editor de Action Comics #1, Harry Donnefeld.
Novos tesouros deverão ser mostrados pela DC, em breve.


Fonte: Universo HQ

32º Troféu angelo Agostini


O formulário de votação para os melhores profissionais dos quadrinhos de 2015 já está disponível. Para votar acesse o link http://aqcsp.blogspot.com.br/p/f.html.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Star Wars – O despertar da Força tem estreia recorde

O filme Star Wars – O despertar da Força estreou quebrando o recorde de maior bilheteria nas exibições de meia-noite, que aconteceram de quinta para sexta-feira. No total, foram arrecadados US$ 57 milhões, contra US$ 43,5 milhões da marca anterior, pertencente até então a Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2 (2011).
Desse total, 47% foram para exibições em 3D, sendo US$ 5,7 milhões em salas IMAX.
É mais uma marca importante após o recorde de pré-vendas.
Ao redor do mundo, o longa-metragem começou a ser exibido em alguns mercados no dia 16 de dezembro. Na Brasil, a estreia aconteceu na última quinta, 17 de dezembro, e já se aproxima da marca de R$ 10 milhões, tornando-se a maior bilheteria deste ano ano no primeiro dia em cartaz.
A bilheteria mundial já é de US$ 130 milhões. O orçamento da produção não foi confirmado oficialmente, mas estima-se em torno de US$ 200 milhões.
De acordo com as mais recentes previsões, Star Wars – O despertar da Força pode alcançar um total de US$ 231 milhões somente nos Estados Unidos, em seu final de semana de estreia, o que quebraria o recorde atual de Jurassic World – O mundo dos dinossauros, com US$ 208 milhões.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Editora Draco lança Boy’s Love em mangá

Boy’s Love em Quadrinhos mostra produção nacional de yaoi
Boy’s Love ou yaoi são apenas formas de descrever o fenômeno que surgiu no Japão e conquistou o mundo. Depois do sucesso da coleção Boy’s Love na literatura, a Editora Draco lança seu primeiro volume de mangás com essa temática. A editora aposta na coleção Boy’s Love, agora com a imersão visual que só os mangás permitem. Histórias cheias de sensibilidade e afeto, protagonizadas por rapazes em relações homoafetivas, um universo onde as sensações são intensas e a paixão fala mais alto a cada frase.
Confira a sinopse:
Em Boy’s Love em Quadrinhos, prepare se para testemunhar esses casos que podem ser aconchegantes como um abraço esperado ou quentes como um beijo roubado. Amores que vêm do espaço ou fantasias que são mais palpáveis que as palavras podem expressar. A tensão de não entender o coração daquela pessoa especial, mesmo que ela não exista mais.
Organizada por Tanko Chan, que também participa ilustrando a capa e uma história, essa antologia traz lindas HQs por Rita Portugal, Talles Rodrigues, Márcio Moreira, Kurama-Chan, Yuu, F. Steffens, M. Steffens, Guilherme Smee, Ju Loyola, Blanxe e Raquel Sumeragi. A editora Draco foi corajosa. Praticamente em todos os eventos em que há um bate-papo mangá com as grandes editoras que publicam os quadrinhos japoneses aqui no Brasil, a pergunta sobre Yaoi sempre é recorrente e com a mesma resposta: “yaoi é o nicho do nicho. Não há mercado para esse tipo de publicação”. A editora ainda foi mais ousada não escondendo em nenhum momento sobre o que se trata a publicação em seus textos de divulgação, o que dá mais credibilidade ainda para a postura da Draco em publicar esse material. E acertou em cheio nas frases: “Prepare-se para experimentar sensíveis e inesquecíveis casos de amor. Narrados com a magia dos mangás, mas sempre com o mistério nas entrelinhas das palavras. Porque o verdadeiro amor precisa ser visto.”
Boy’s Love em Quadrinhos Vol.1
Draco Editora
Organização: Tanko Chan
Capa cartona
Preto e branco
128 páginas
17 x 24 cm
R$ 34,90

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Review: Novo Universo de Warren Ellis e Guia de Leitura

Minissérie lançada pela Marvel entre 2007 e 2008, com roteiros de Warren Ellis e desenhos de Salvador Larroca e Steve Kurth.


Sinopse:

Planeta Terra. Habitado por mais de seis bilhões de pessoas. Pessoas que conduzem suas vidas normais, suas lutas diárias. Mas numa noite como qualquer outra, a Terra é abalada pelo evento celestial mais surpreendente já testemunhado pela raça humana: o Evento Branco. E a partir dele, um punhado de seres humanos surge como algo mais. Aqui reencontramos vários personagens reimaginados do Novo Universo original.

Review:

Kenneth Connel, Izanami Randall, o detetive John Tenses e a Dra. Jennifer Swan são os quatro personagens cujas vidas nunca mais serão as mesmas depois de se submeterem aos efeitos da luz branca. Cada um deles é apresentado em suas vidas cotidianas antes e depois do Evento Branco, enquanto que nos bastidores, agências governamentais como a CIA, o FBI, a ASN e até o exército tentam encontrar soluções para lidar com as aparições de seres super poderosos que começaram a manifestar seus dons após o estranho evento.

Warren Ellis utiliza basicamente os mesmos elementos da série Novo Universo original lançada nos anos 80, só que com uma grande diferença, que é passar um bom tempo apresentando explicações para o fenômeno e como cada um dos super seres – Estigma, Máscara Noturna, Cifra e Justice – estão relacionados com o propósito do universo em manter-se coeso. Na série original, havia mais personagens, mas as consequências e a maneira em como eles lidavam com suas transformações são bem parecidas com a forma como Ellis conduz a minissérie principal. Os desenhos de Salvador Larroca combinaram bem com o clima sci-fi da história, além de em vários momentos, mostrar alguns personagens como se fosse artistas de Hollywood (dá para se notar em alguns ângulos, artistas como Johnny Depp, Nicole Kidman, Gene Hackman, etc). Outra curiosidade é mostrar personagens do universo Marvel tradicional em versões diferentes, como Jim Braddock, que é o Capitão Britânia, mas que no Novo Universo é um famoso arqueólogo. Ellis também dá atenção ao fuso horário que existe nos EUA, para quem mora na Costa Leste e na Costa Oeste, pois há personagens que moram de uma ponta a outra do país, como Oklahoma (Oeste) e New York (Leste).

Outro cuidado com essa série foi a publicação de dois especiais:

- Novo Universo 1969 com roteiro de Kieron Gillen e desenhos de Greg Scott que mostra como a ASN lida com a aparição de super seres após o Evento Branco na década de 50. Tem até mesmo Tony Stark como um dos “escolhidos” pela luz branca para se tonar o Cifra. A maneira como essa questão é tratada é bem radical e num clima noir e pesado.

- Novo Universo Conquistador com roteiro de Simon Spurrier e desenhos de Eric Nguyen que mostra os efeitos da luz branca nos anos 1800 AC na antiga civilização de Zardath. Outra edição interessante, pois todas elas conseguem mostrar bem como diferentes pessoas de diferentes épocas lidam com as mesmas transformações.

Infelizmente a série acabou prematuramente, assim como sua versão original nos anos 80 também. Em minha opinião, o Novo Universo traz elementos que poderiam ser explorados por muito tempo, uma pena o cancelamento tão rápido. Recomendo a leitura da série toda.


Novo Universo (Guia de Leitura)

01) Novo Universo 1
02) Novo Universo 2
03) Novo Universo 3
04) Novo Universo 4
05) Novo Universo 5
06) Novo Universo 6
07) Novo Universo Shockfront 1
08) Novo Universo Shockfront 2
09) Novo Universo 1959
10) Novo Universo Conquistador

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

A Vida Peculiar de Um Carteiro Solitário

Do escritor quebequense Denis Thériault, essa obra passa despercebida com seu tamanho pequeno e capa sutil. Se eu não tivesse recebido ele por indicação certamente deixaria passar como apenas mais um no meio da oferta sem fim de entretenimento a que somos submetidos. Porém, não deixe isso desanimá-lo, porque esse é um dos poucos defeitos da obra, a capacidade de privá-lo de uma leitura extremamente prazerosa por sua apresentação acanhada. Quem perde é o leitor.
Sem pretensões de heroísmo épico, a vida do carteiro que acompanhamos, Bilodo, é tão singular quanto seu nome. Um personagem de propósito terno, mas questionável. Perfeito para a literatura.
Denis conseguiu mascarar a fórmula padrão de escrita literária sem desprender o interesse do leitor. O livro é curioso e estimulante do começo ao fim graças a ganchos que nos puxam de um capítulo ao outro.
Bilodo representa aquele momento em que você já se pegou pensando “como seria a vida de todas essas pessoas passando ao meu lado na rua que não conheço e nunca vou conhecer?”. No assento principal em frente a janela da vida privada do carteiro o leitor assiste rindo e se emocionando com as esquisitices de todos os personagens.
A parte boa, a boa mesmo, mais do que a mansidão acalentadora de ler sobre “coisas da vida” é o mistério! Porque A Vida Peculiar de Um Carteiro Solitário (posso abreviar? AVPduCS) é um grande mistério, um livro de investigação de alto nível que te envolve sem você pedir. E você só percebe quando é tarde demais.
Se você gosta de mistérios mas sabe apreciar a leveza da vida o AVPduCS será perfeito para você (embora eu precise reconhecer que essa combinação é pouco ortodoxa). Denis foi capaz de amarrar perfeitamente um contexto complexo e divertido que começa com uma despretensão exatamente proporcional à majestade de seu término. Confie em mim, você ficará de boca aberta!
Para finalizar é preciso falar sobre a joia principal da obra, o tratamento que Denis dá para os Haicai. Bilodo se envolve em uma saga poética e haicais povoam as páginas do livro todo. Eu sou do tipo que pula (vergonhoso, eu sei) os trechos de livros que se valem de poesias, sonetos e canções para enriquecer o conteúdo, mas em AVPduCS eu apreciei cada um. Cada Haicai é um trechinho bem feito e que se encaixa e compõe o livro de forma que nunca vi igual. Ou seja, além de uma leitura gostosa com mistério, AVPduCS te leva em um passeio poético nem um pouco entediante.
Confira a Sinopse:
Bilodo vive a tranquila vida de um carteiro sem muitos amigos nem grandes emoções. Completa diariamente seu percurso de entrega e retorna sempre à solidão de seu pequeno apartamento em Montreal. Mas ele encontrou uma excêntrica maneira de fugir dessa rotina: aprendeu a abrir as correspondências alheias sem deixar rastros e passou a ler as cartas pessoais com as quais se depara. E foi assim que ele descobriu o primeiro grande amor de sua vida: a jovem professora Ségolène, que mantém uma misteriosa correspondência com o poeta Gaston, composta somente por haicais. Instigado pela elegância e simplicidade de seus versos, Bilodo se vê cada vez mais fascinado por essa forma de poesia.Mas quando é confrontado com a perspectiva de se ver privado das cartas de Ségolène, ele precisa tomar uma decisão que pode levá-lo mais longe do que podia imaginar. Talvez seja hora de compor seus próprios poemas de amor.
Infelizmente nem tudo é rosa na obra, ao se aproximar do clímax você corre risco de sacar tudo o que está verdadeiramente acontecendo. Para nossa sorte, isso acontece tão perto do fim que o sentimento gerado, seja qual for, se encerra tão rápido quanto o livro. Ótimo presente de Natal, porque é uma obra tão bem feita que é capaz de agradar todos, do mais novo membro ao veterano da família!
A Vida Peculiar de um Carteiro Solitário
Editora Leya – Casa da Palavra
Autor: Denis Thériault
Tradução: Daniela P.B. Dias
Acabamento: Brochura
128 páginas
14×21 cm
R$ 34,90

sábado, 14 de novembro de 2015

Exposição: 10 anos de Amely


Amely, uma das raras personagens desenhadas por uma mulher cartunista no Brasil, está completando 10 anos em 2015. Para comemorar a data, a cartunista Pryscila Vieira produziu uma exposição itinerante. A primeira, aconteceu na Gibiteca de Curitiba (julho até setembro). Agora é a vez da cidade de São Paulo receber a Amely.
A exposição será inaugurada na única galeria de ilustrações do Brasil, a Ornitorrinco, no dia 18 de novembro, às 20h, onde ficará até janeiro de 2016. A mostra tem 60 tirinhas publicadas nos maiores jornais do país ao longo dessa década. Todas são impressas em azulejos emoldurados.
Foto de Pablo Contreras.
O destaque fica por conta de esculturas da personagem (30 cm de altura cada), esculpidas pela própria autora. Uma das bonecas é a «Amely em luto», vestida de preto, entristecida pelos cartunistas mortos no atentado contra o jornal Charlie Hebdo.
Na mesma data, acontecerá o pré-lançamento do livro em comemoração aos dez anos da boneca Amely, prefaciado por Ziraldo, fã incondicional da boneca.
Amely é uma boneca inflável encomendada através de um site mundial de vendas, que chega à casa de seu comprador com dois “defeitos” de fabricação: ela pensa e fala, como toda mulher de verdade. Então, Amely torna-se uma mulher real, com vontade própria, apesar de seus compradores não esperarem nada dela além do que um objeto sexual pode oferecer.
Há outro personagem, José Ronaldo (Zero), interpretando o comprador da real doll Amely. Ele resolve adquiri-la porque simplesmente cansou de conviver com mulheres do mundo real. Ele planeja que sua compra traga a mulher que, para ele, seria perfeita: a que não tentará julgá-lo. E tudo isso por um preço módico… mas a solução para seu problema dura pouco, pois Amely recusa-se a ser um mero objeto. Ela quer ser seduzida, quer preliminares, atenção, amor e carinho… como toda mulher de verdade.
Os cartoons de Amely tratam dos sentimentos de alguém que não esperamos que os tenha, muito menos que os expresse tão veementemente. E num mundo em que a lógica dos relacionamentos só difere pelo endereço, muitos leitores deparam-se com situações semelhantes às dos quadrinhos. Amely faz comédia com a tragédia da vida das mulheres.

Para mais informações, acesse www.amelyreal.com.

A Terra Falsa

Nem só de super-heróis vivia a Era de Prata. Afinal, a grande base para essa época era a ficção científica (que, porventura, acabou dando o tom aos novos super-heróis, enfim…). Muitos dos conceitos surgidos nessas histórias, mesmo que discretamente, futuramente seriam utilizados em revistas de linha.
A Marvel Comics, por exemplo, usou muito de suas histórias curtas de ficção científica para pegar elementos a serem incorporado a seu universo de heróis. Mas a Era de Prata transbordava de histórias curtas e criativas com autores que se tornariam notórios. É o caso de “A Terra Falsa”, escrita por Otto Binder e desenhada pela lenda Joe Kubert, publicada na revista Mystery in Space #35 pela DC Comics.
Tudo começa quando dois exploradores espaciais (em um futuro que nunca era definido e o segredo disso era o charme dessas histórias) descobrem que haverá uma invasão alienígena contra a Terra. A intenção dos invasores é roubar todos os recursos naturais da Terra e levar para seu agora árido planeta. É claro que não fariam isso de forma lá muito discreta. A ideia é roubar verdadeiros “nacos” do planeta, levando embora continentes inteiros e depois levar todo o oceano. Ou seja, queriam fazer um verdadeiro guisado de planeta Terra.
Os espiões terráqueos são descobertos e presos. Mas um guarda alienígena pra lá de pateta acaba adormecendo e os dois espiões fogem. O guarda se mostra tão pateta que até tropeça e bate a cabeça, deixando seus prisioneiros fugirem facilmente. Aí é que se pergunta: seria possível a Terra ser invadida por uma raça tão incompetente? Ou será que não eram tão incompetentes assim? Na verdade, sem que os espiões saibam, o guarda recebeu ordens para adormecer e deixá-los fugir (o que, agora sim, sabemos que fez com extrema competência). Isso para que pudessem auxiliar em desbaratar uma defesa da Terra que era, no mínimo, peculiar.
A defesa da Terra contra invasões consistia em “simplesmente” criar uma cópia holográfica do planeta inteiro. A “cópia” na verdade era uma armadilha já que, ao entrar nela, uma frota poderia explodir com uma descarga atômica. No caso da frota alienígena, as explosões ainda teriam uma reação em cadeia que destruiria todas as naves.
O único senão nesse grande plano é que não tiveram tempo de combinar nada com os espiões. E os alienígenas não eram tão idiotas assim (como podemos ver). Apesar dessa defesa da Terra ser apenas 50% eficiente (sim, pois essa era a chance de escolher o planeta “errado”), se os espiões fossem para a falsa Terra, explodiriam e os alienígenas seguiriam para a outra, que é a verdadeira. E se os espiões seguissem para a verdadeira… bem, os alienígenas saberiam que aquela era a verdadeira.
Os espiões, sem saída, acabam entrando em uma das Terras… e os alienígenas veem sua nave explodir. Daí partem para a outra Terra, mas descobrem que ela não é verdadeira, explodindo toda a frota. Quando os espiões chegam à Terra verdadeira, revelam que simularam uma explosão da nave com as baterias das naves. E, para descobrirem qual era a Terra verdadeira, observaram um pequeno detalhe na cópia:

“Bem, como dinheiro falso, ela deveria ter uma falha. Felizmente, não esquecemos algo feito pelo homem, que é visível do espaço. Desconhecendo a história da Terra, os inimigos não sabiam o que faltava no planeta falso. Há mais de um século, antes das viagens espaciais, os astrônomos da Terra previram que este monumento seria visível até mesmo do espaço… a grande muralha da China.”

Com isso aprendemos que os terráqueos são uma raça marota, que mesmo com 50% dá pra dar um jeitinho de aumentar suas chances (mesmo contra alienígenas), um pouco sobre conhecimentos gerais… e que todos os terráqueos devem consultar um oftalmologista regularmente… pra ter uma visão muito, mas muito boa mesmo a ponto de enxergar, afinal, a muralha da China do espaço e em uma cópia “não tão” perfeita de todo o planeta Terra!

Mystery in Space 35

Marvel Comics – Janeiro de 1957
Escrita por Ott Binder | Desenhada por Joe Kubert
Publicada no Brasil pela Ebal, em Superman n° 11

Fonte: Impulso HQ

Um novo filme de Dragon Ball vem aí!

Confirmando o que muitos fãs especulava, a Trilogia dos Deuses vai realmente existir. No Salón de Barcelona, na Espanha, a equipe do site “Ramen Para Dos” conseguiu uma confirmação do diretor Tadayoshi Yamamuro que estaria em produção, um terceiro filme de Dragon Ball Z, baseado na fase God dos personagens.
Apesar de muitas críticas aos últimos dois filmes de DragonBall, é inegável o sucesso da obra. Foram mais 3 milhões arrecadados apenas no Brasil. Infelizmente, enquanto houverem fãs obcecados, a obra clássica ainda estará sujeita ao fracasso por contratos comerciais.
De longe, Dragonball é uma das franquias mais rentáveis do mundo pop, envolvendo filmes, brinquedos, álbuns, animes e uma série de produtos licenciados. Visto isso, foi realmente uma pena que o roteiro e a história dos últimos filmes serem tão fracos e pobres, mas em partes, os fãs ainda tentam apoiar a captação de animes para o cinema Brasileiro. 
Se o objetivo é apenas entreter os novos fãs, trabalho bem feito, mas se por algum lado a intenção é agradar o antigo fã da série, mesmo com a corroboração de milhares de fãs, a franquia ainda está falhando.
De qualquer forma “Dragon Ball – O Retorno de Freeza” foi exibido nos cinemas brasileiros com pompa, conseguindo bilheterias impressionantes e salas lotadas, fazendo crescer os olhos de investidores que continuam a trazer as produções para nossas terras. Esse sucesso se repetiu pelo mundo todo. Nos EUA, por exemplo, o filme de Freeza bateu o recorde de uma animação japonesa nos cinemas de lá.

  Fonte: Impulso HQ

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

VULTO 25 - A trajetória de um lutador

Imaginar e sonhar… Ousar e lutar… Perseverar e realizar!
Verbos que, muitas vezes, levam décadas, muito trabalho e dedicação para traduzir a vida de um autor de quadrinhos independentes no Brasil, em especial quando seu estilo tem como base o gênero super-herói.
Para o mineiro de Belo Horizonte, Wellington Santos, imaginação e sonho tiveram ponto de partida o dia 20 de agosto de 1990 quando influenciado por personagens como Batman, Demolidor e Justiceiro, ele criou Vulto, um vigilante mascarado dotado de impiedosa mira certeira, implacável e, ao mesmo tempo, dono de um grande coração – um Superman sem poderes, mas armado até os dentes, pronto para dar a vida pelo que é justo e certo.
Wellington sempre gostou de quadrinhos e havia participado de alguns grupos dedicados produzir HQs, mas, com o tempo, as iniciativas debandaram… fato que não abalou a vontade do criador do Vulto. Decidido a se aprimorar antes de lançar a primeira aventura do personagem, ele produziu HQs do Vulto que chegaram a ter mais de 30 páginas e estas seriam publicadas no ano 2000, momento em que a ideia inicial para o combatente noturno do crime completava 10 anos. No entanto, na ocasião Wellington desistiu da produção, pois o personagem havia se transformado e não se parecia com o conceito concebido tempos atrás.
2005 foi o momento de realizar. Com o lançamento de Vulto O Vigilante, HQ de 88 páginas narrando a origem do personagem, Wellington ousou e lutou contra um mercado que, tipicamente, não favorece a produção nacional e diz não há autores e personagens. A edição foi lançada exatamente no 15º. aniversário de criação do Vulto durante os eventos da Semana de Arte promovida pelo Studio A4, escola de quadrinhos da capital mineira. Do sonho a luta e a realização, o personagem idealizado na década de 1990 finalmente iniciou sua trajetória maneira concreta e pujante.
A perseverança do autor ao longo dos 25 anos do personagem rendeu conquistas para ambos, como apoio da imprensa, a parceria com a editora SM/Júpiter II, que garantiu a publicação das edições seguintes das aventuras do vigilante, o contato e a consequente construção da amizade com outros autores, os convites para participação no Festival Internacional de Quadrinhos e para levar o Vulto para o selo Projeto Chroma após o fim das atividades da Júpiter e, sobretudo, o cativo do público leitor.
Em suas aventuras, Vulto caçou bandidos, derrubou cartéis criminosos, salvou a vida de
inúmeras pessoas durante a fúria de uma enchente, aliou-se a outros heróis, foi alvo de inimigos em busca de vingança, motivou outros guerreiros urbanos a lutarem contra o mal, viu surgir uma agente especial inspirada em seu plano de ação e agora celebra 25 anos de criação numa edição especial que traz a participação de autores renomados e estreantes. Segundo Wellington “o material ficou bacana e tanto os fãs do Vulto quanto aqueles que o conhecerão nesta edição ficarão satisfeitos e saberão tudo sobre ele através de uma ficha, resumo da origem e muitas aventuras curtas, pin-ups e texto explicativo”.
Lançada na Festcomix em São Paulo, a edição comemorativa de 25 anos chamou muita atenção e teve excelente atenção do público. Agora, chegou o momento de lançar a HQ na terra natal do personagem e a ocasião escolhida não poderia ser melhor. O autor estará no FIQ – Festival Internacional de Quadrinhos – que acontecerá em Belo Horizonte, entres os dias 11 a 15 de novembro. Vulto 25 e demais aventuras do personagem estarão a vendas no Projeto Chroma, que, na ocasião, garante de brinde o crossover Vulto e Corcel Negro.
Na galeria de imagens abaixo, o impulsivo leitor confere 25 artes, entre páginas e ilustrações, de momentos e personagens que compõe o Vultoverso.


                                                                                                                                                                                 Fonte: Impulso HQ

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Obrigado a todos pelos mais de 90.000 acessos ao nosso blog!


Pessoal, com alegria compartilho que até o momento computamos 90.471 acessos ao Blog Novo Sistema!!!

Passaram-se mais de 5 anos de muita atividade e muito empenho em tentar criar um canal de divulgação e debate sobre HQ's e afins e ao longo desse tempo o Novo Sistema foi só evoluindo agregando novos valores para melhor atender nossos leitores.

Queria agradecer a todos os blogs e sites que formam a mídia social e que ajudam nesta onda de equilíbrio da perspectiva de informação que circula pela internet dos quais também compartilhamos informações.

Obrigado também por sua participação, amigo leitor!!! Ela é muito importante para continuarmos nosso caminho!!!

Abraços,

Sullivan Suad

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Festival Bruce Lee | 75 Anos traz o maior mito mundial das artes marciais de volta as telonas

Realizado pela Sato Company, em parceria com o Espaço de Cinema, o evento exibirá cópias DCP novíssimas de alta resolução, totalmente remasterizadas, num padrão de qualidade jamais visto antes nos filmes de Bruce Lee. Será a primeira vez que ouviremos nos cinemas brasileiros a voz original de Bruce Lee.

Nunca houve – nem haverá – um mito tão reverenciado e cultuado nas artes marciais que Bruce Lee. Ator, roteirista, diretor, coreógrafo e criador da revolucionária arte marcial Jeet Kune Do, Bruce Lee completaria 75 anos no próximo dia 27 de novembro. 
Para comemorar a data, a Sato Company realiza o Festival Bruce Lee | 75 Anos, com a exibição em cópias novas, totalmente remasterizadas, dos quatro mais importantes longas metragens do ídolo, um documentário, além de uma exposição inédita e da realização de uma mesa de debates sobre cinema, comunicação e artes marciais. 
Serão oito capitais brasileiras que exibirão cópias novas, restauradas e em suas versões originais (com áudio em mandarim e cantonês) de todos os filmes mais importantes de Bruce Lee, onde ele atua verdadeiramente como protagonista. São eles: O Dragão Chinês, A Fúria do Dragão, O Voo do Dragão e Jogo da Morte (fichas técnicas no final do release). Haverá também a exibição do raro documentário Bruce Lee em Suas Próprias Palavras, de John Little. 
Em São Paulo, exposição inédita no Brasil com dezenas de pôsteres, fotos promocionais e stills da época, além de reproduções de capas de revistas e histórias em quadrinhos inspiradas em Bruce Lee. Curadoria de Francisco Ucha. 
Também em São Paulo, realização de mesa de debates sobre cinema, comunicação, cultura pop e artes marciais. Os participantes são: Jotabê Medeiros (jornalista, escritor e crítico musical), Marcelo del Greco (jornalista, editor de quadrinhos e mangás), Luiz Carlos Silva (professor de Kung Fu e Wushu Moderno, campeão brasileiro e sul-americano Wushu) e Getúlio Nardini Filho (professor, técnico e árbitro de Kung Fu, atleta da seleção brasileira de Kung Fu de 2011). Mediação do jornalista e crítico de cinema Celso Sabadin. 
O Festival Bruce Lee | 75 Anos acontece de 20 de novembro a 2 de dezembro (Exposição em São Paulo) e de 26 novembro a 2 de dezembro (exibições dos filmes em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Brasília, Curitiba, Porto Alegre e Florianópolis). 
O evento é uma realização da Sato Company em parceria com o Espaço de Cinema. Mais informações, programação completa e locais dos cinemas das capitais que exibirão os filmes, acesse o site BruceLeeBrasil

Festival Bruce Lee | 75 Anos
Exposição:
De 20 de novembro a 2 de dezembro de 2015.
Local: Saguão do Conjunto Nacional e Saguão do Cinearte
Avenida Paulista, 2073 – São Paulo
Entrada Franca – Classificação Indicativa Livre

Mesa de Debates
28 de novembro (sábado)
Local: Cinearte – R.Padre João Manuel, 100 loja 1 – Conjunto Nacional – São Paulo
Classificação Indicativa Livre

Exibições dos filmes
De 26 novembro a 2 de dezembro de 2015. (verifique site oficial do evento).

“Notas de um tempo silenciado” na Gibiteria


Na próxima quarta-feira, dia 28, às 19h, o quadrinhista Robson Vilalba, estará na Gibiteria em São Paulo, para um bate-papo e sessão de autógrafos de “Notas de um tempo silenciado”. A mediação será de Alexandre de Maio, quadrinista e jornalista especializado. 
A HQ “Notas de um tempo silenciado”, com roteiro e arte de Robson Vilalba, autor  vencedor do Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, em 2014, aborda a época da Ditadura Militar no Brasil. Afinal, nem toda a história foi contada. Algumas permaneceram esquecidas, outras foram silenciadas… mas, nem por isso, apagadas da memória individual e coletiva da resistência o Golpe de 1964. 
“Notas de um tempo silenciado” apresenta um olhar profundo sobre aquele período, um mosaico de elementos que, em sua particularidade, revelam a cada capítulo, a cada traço, o que teria sido viver e sobreviver à ditadura e, hoje, poder contá-la. 
A HQ marcou a estreia do selo 8 Graphics, resultado da fusão entre a Editora 8INVERSO e a Edições BesouroBox, e possui um aguçado caráter jornalístico.

Gibiteria
Praça Benedito Calixto, 158 – 1º andar – Pinheiros
São Paulo – Brasil

Fonte: Impulso HQ

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Oficina gratuita de HQs em São Paulo

Com o objetivo de formar mais leitores, criadores e amantes das HQs, o quadrinhista Rodrigo Motta irá ministrar uma oficina gratuita sobre HQs dentro do programa Quadrinhos nas Zonas de Sampa, da Coordenadoria do Sistema Municipal de Bibliotecas de São Paulo. 
As inscrições já estão abertas e as aulas acontecerão na Biblioteca Álvaro Guerra em Pinheiros, às quintas-feiras, das 14h às 17h, com início em 29/10. É necessário fazer inscrição presencialmente ou pelo telefone (11) 3031-7784. Vagas limitadas.
Rodrigo Motta é artista visual, educador e pesquisador, atua em diferentes áreas, entre elas as Histórias em Quadrinhos, Graffiti, Publicações Independentes com a Motta Press e Intervenções Literárias com o Slam da Guilhermina – Batalha de Poesias.
Biblioteca Álvaro Guerra
Av. Pedroso de Morais, 1919 – Pinheiros
São Paulo – SP
(11) 3031-7784