quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Então é natal... E 2015 que nos aguarde!

Mais um Natal se aproxima e mais um ano chega ao fim é tempo de, mais uma vez, desejar ao próximo um Feliz Ano Novo. Gostaria de aproveitar o momento e agradecer mais uma vez à todos que de alguma forma contribuíram com o blog e que sempre nos acompanham! Se chegamos até aqui, devemos, primeiramente, único e exclusivamente a Deus e em segundo a todos vocês!
Queria dizer também que é tempo de renovar a esperança, de acreditar no futuro e na paz, apesar de tantas imagens tristes que fomos obrigados a assistir durante este ano e que as dificuldades que passamos nos inspirem a caminhar com mais firmeza rumo a um 2015 que será melhor, certamente.
Que o amor prevaleça sobre todas as coisas, que as eventuais lágrimas expressem e reflitam apenas a alegria de viver e de poder brindar a cada momento de convívio, a cada momento de comunhão e solidariedade.
Amigos, entraremos em em pequeno recesso devido as festividades, mas retornaremos em 2015, mais firmes e fortes do que nunca, trazendo e vocês tudo o que há de melhor no mundos das HQs! 


Paz e luz à todos e até lá!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Senac e Galeria Ornitorrinco promovem a exposição “A Nova HQ Independente”

Evento apresenta o desenvolvimento da produção de quadrinhos independentes no Brasil
Nunca o mercado de quadrinhos do Brasil teve uma cena independente como a que vem experimentando nos últimos cinco anos. Nesse período, não foi apenas a produção que cresceu de forma espantosa, mas sim a qualidade dos trabalhos. Para discutir esse fenômeno, o Senac e a Galeria Ornitorrinco promovem, em São Paulo, a exposição “A Nova HQ Independente” até 27 de janeiro. A exposição conta com os trabalhos independentes de Roger Cruz e Davi Calil (Quaisqualigundum), Júlia Bax e Diogo Bercito (Remi), Greg Tocchini (Sequence Shot), Vitor Cafaggi (Duo Tone), Lu Cafaggi (Mix Tape), Mauro Souza e Carlos Stefan (Ópera Jones) e Guilherme Petreca (Galho Seco). Com curadoria da Galeria Ornitorrinco, as produções ficam expostas na unidade da Lapa do Senac, onde também haverá um ciclo de palestras aberto ao público. Nos últimos anos, ainda sem espaço em bancas e livrarias, os autores passaram a investir na presença em eventos de quadrinhos e cultura pop. No melhor (e antigo, mas nunca ultrapassado) espírito dos fanzineiros, trabalharam o corpo a corpo com os leitores, e obtiveram resultados animadores. Prova disso são as obras independentes que já foram reimpressas (até mais de uma vez), mesmo tendo tiragens iniciais respeitáveis, acima de mil exemplares. 
Há cada vez mais gente produzindo quadrinhos independentes e buscando seu espaço, apesar dos obstáculos. Com o auxílio da divulgação na internet e de sites de financiamento coletivo, os quadrinhos independentes chegam numa velocidade espantosa ao mercado. E como há diversos de ótimo nível, não tardou para que os autores chamassem a atenção de grandes editoras. Hoje, a distância entre os mercados corporativo e independente diminui a olhos vistos. Há autores que começaram rodando seus próprios trabalhos e que já são publicados por grandes editoras, como Vitor Cafaggi (Turma da Mônica – Laços e Valente, pela Panini), Danilo Beyruth (Bando de Dois, pela Zarabatana, e Astronauta – Magnetar e São Jorge, pela Panini), Gustavo Duarte (Monstros, pela Quadrinhos na Cia., e Chico Bento – Pavor Espaciar, pela Panini), Rafael Coutinho (Cachalote, pela Quadrinhos na Cia.), Bianca Pinheiro (Bear, pela Nemo), Shiko (O Quinze, pela Ática, e Piteco – Ingá, pela Panini), Carlos Ruas (Um sábado qualquer, pela Devir e pela Verus), Fábio Coala (O Monstro, pela Marsupial) e muitos outros. O mais interessante, porém, é que essa intersecção tem se dado de dois modos diferentes: na forma de encomenda de trabalhos novos ou com as editoras apostando nos materiais que surgiram como independentes, para levá-los a um público mais amplo. Em tempos nos quais os quadrinhos chamam cada vez mais a atenção do leitor brasileiro, com produtos para variados públicos e uma necessidade latente de revelação de novos talentos, não é exagero dizer que esse mercado nunca foi tão dependente dos autores independentes.
Exposição “A Nova HQ Independente”
Período: até 27/01/2015
De 2ª a 6ª feira, das 8h às 21 h | Sábado, das 8h às 15h / Domingo – fechado

Senac Scipião
Rua Scipião, 67 – Lapa
São Paulo – SP
Entrada: Gratuita
Compras: através de pagamento em dinheiro ou cartão de débito/crédito.
Visita monitorada: Sim

Marca de Fantasia relança “Um mundo em Quadrinhos”

Em “Um mundo em Quadrinhos”, obra de Wellington Srbek lançada pela editora Marca de Fantasia em 2005 e que agora ganha agora a segunda edição, constata-se que, por mais que os quadrinhos façam parte de nosso cotidiano, tentar defini-los conceitualmente não é uma tarefa fácil. O autor considera que há ainda muito a se estudar, toda uma “história dos quadrinhos” a ser escrita é uma tradição crítica a ser estabelecida.
Com quase dois séculos de história, as Histórias em Quadrinhos se tornaram uma excepcional forma de comunicação, sendo difundidas por meio de tiras de jornais, revistas e álbuns. As obras dos grandes autores e desenhistas conseguiram impingir aos quadrinhos uma linguagem própria e distinta de outros veículos da indústria cultural.
Como ressalta Srbek, por meio de uma dinâmica interação com a imprensa, o cinema, a publicidade, o rádio e a televisão, os quadrinhos contribuíram para a formação da cultura contemporânea (Super-Homem, Mônica, Asterix ou Snoopy são figuras tão ou mais conhecidas que muitas das celebridades de nosso tempo). Mesmo no que se refere aos processos mais elementares envolvidos na leitura de uma história em quadrinhos sabemos com muito pouca exatidão quais componentes de assimilação mental, que códigos visuais e que simbologia interagem. Só recentemente os “pensadores” de nossos dias começaram a se interessar, e ainda timidamente, pelo que se passa dentro das quatro linhas dos quadrinhos (e o que se tem descoberto é motivo de grande fascinação e atenção redobrada). Abordando os quadrinhos desde sua composição formal, sem deixar de lado suas implicações contextuais, Srbek procura estabelecer um diálogo com estudiosos de diversas áreas, cujas obras auxiliaram na composição do quadro conceitual deste trabalho. O autor vai buscar nas especificidades estéticas dos quadrinhos o referencial e o ponto ao qual se dirige a análise. Um mundo em Quadrinhos é a adaptação do primeiro capítulo da dissertação de Mestrado Quadrinho-arte: uma leitura da revista Pererê de Ziraldo, de Wellington Srbek, realizada na Faculdade de Educação da UFMG. A este capítulo foram inseridos novos trechos elaborados especialmente para esta versão. Com esta obra Srbek procura desmontar alguns equívocos acerca dos quadrinhos, repetidos à exaustão: de que surgiram nos Estados Unidos em 1896; de que são simplesmente um tipo de literatura; de que não passam de mero entretenimento.
Um mundo em Quadrinhos
Editora Marca de Fantasia
Autor: Wellington Srbek
76 páginas
13 x 19 cm
R$20,00 (com postagem)

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

O Homem da Capa Amarela enfrenta a corrupção em HQ online

Luciano Braga e Péricles Ianuch colocaram online uma HQ sobre o crime e o surgimento de seu maior inimigo. Em meio aos já tradicionais escândalos de corrupção no País, uma HQ dentro da HQ mostra O Homem da Capa Amarela. Um justiceiro? Mera ficção? O que pode acontecer a partir de um terrível acidente? De acordo com os criadores, a HQ terá 200 páginas. Confira clicando aqui – a trama é atualizada semanalmente.


sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Lançamento: Famintas


Cinco vampiras – Cristian, Teodora, Melissa, Abigail e Celeste – dão expediente na boate burlesca Famintas. Quando as esculturas vivas conhecidas como Anjos de Barro, resolvem por em prática um plano de destruição de todos os vampiros, as garotas centenárias precisam contar com a ajuda de um aliado improvável que também está ameaçado: um ex-seminarista chamado Antônio Salvador, que procura de respostas profanando relíquias religiosas e caçando vampiros. Mas será que eles conseguirão deixar as diferenças de lado em nome da sobrevivência?
Famintas é o trabalho de estreia de Aquário Editorial, criada pelo autor – e agora editor – Estevão Ribeiro. A quem interessar a hq estará à venda no site da editora a partir do dia 15/12/14.


Serviço: Famintas
Editora: Aquário Editorial
Roteiro: Estevão Ribeiro
Arte: Lucas Marques
Número de páginas: 36 
Cor: Capa colorida e miolo P&B.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Morre aos 85 anos o ator Roberto Bolaños, o Chaves


Do G1, em São Paulo, 


Dono de frases antológicas como "ninguém tem paciência comigo" e "não contavam com a minha astúcia", que marcaram gerações de fãs em toda a América Latina, Roberto Gómez Bolaños, criador dos seriados "Chaves" e "Chapolin", morreu nesta sexta-feira (28) aos 85 anos. Bolanõs foi humorista, escritor, ator, produtor de cinema, televisão e teatro.
A causa da morte, ocorrida às 14h30 (horário do México) em casa em Cancún, não foi confirmada. Em fevereiro deste ano, quando Roberto Bolaños completou 85 anos, um parente confirmou à agência de notícias Efe que a saúde dele era “frágil” e que ele permanecia quase o tempo todo na cama, com acompanhamento 24 horas por dia.
Segundo a CNN mexicana, o ator Edgar Vivar, que interpretou o Senhor Barriga, disse que o corpo do comediante será levado à Cidade do México, onde será velado.
Edgar Vivar, que interpretou o senhor Barriga em "Chaves", informou à CNN do México que o corpo do comediante será levado à Cidade do México, onde será velado.
Vivar deu seu depoimento à rede de TV mexicana Televisa (que produziu a maior parte dos programas de Bolaños): "Estou em estado de choque. Não pensei que me fosse afetar tanto. Meu telefone não para de tocar. Um abraço compartilhado com milhões de pessoas do mundo. Vou lembrar dele sempre com sorriso e com ânimo. Temos que agradecer a Deus. Seu bom humor é a maior lembrança."
"Roberto, você não vai, permanece em meu coração e em todos os corações de tantos a quem fez feliz. Adeus Chaves para sempre", disse no Twitter Edgard Vivar.
"Obrigado por fazer tanta gente feliz e por todos os momentos maravilhosos que compartilhamos no grupo. Descanse em paz, Roberto", disse Maria Antonieta de Las Nieves, que interpretou a Chiquinha.
"O México perdeu um ícone, cujo trabalho transcendeu gerações e fronteiras", disse o presidente mexicano, Enrique Peña Nieto.
"Foi um bom companheiro, amigo, irmão e um dos melhores escritores dos últimos tempos no México", disse Ruben Aguirre, que interpretou o professor Girafales.

Trabalho reconhecido no mundo
  
"Chaves" foi o programa mais visto da televisão mexicana e foi dublado em 50 idiomas, segundo a Televisa.
"Talvez o meu mérito foi conseguir, sem tentar, abordar um ambiente que existe no mundo inteiro", refletiu Bolaños sobre o sucesso de Chaves em uma entrevista à agência de notícias Reuters.
"Trabalhei muito neste personagem, que tem qualidade", explicou ele, "mas a resposta exata eu não sei".
Além disso, Bolaños escreveu roteiros de 50 filmes no México e atuou em 11. No Twitter, ele tinha mais 6 milhões de seguidores.

Trajetória

Roberto Bolaños tirou seu apelido do dramaturgo William Shakespeare, cujo diminutivo em espanhol era "Chespirito". Há alguns anos, ele se mudou para Cancún, no México, junto com a mulher Florinda Meza, a Dona Florinda da série.
Bolaños nasceu na Cidade do México em 21 de fevereiro de 1929. Estudou engenharia, mas nunca exerceu a profissão. Praticou boxe e era um fanático torcedor do clube de futebol América. Começou sua carreira profissional na publicidade, onde começou a trabalhar em roteiros.
Casou-se pela primeira vez com a escritora Graciela Fernández, com quem teve seis filhos. Só em 2004 oficializaria seu casamento com a atriz Florinda Meza, a Dona Florinda.
Aos 80 anos, perguntaram a ele sobre a sua relação de décadas com a atriz Florinda Meza. "Já estamos há 30 anos casados", respondeu. "Temos um casamento sólido que só a morte acabará com ele... ou a Shakira!".
Ganhou o apelido de Chesperito do diretor de cinema Agustín P. Delgado por causa do 1,60 de altura.
Foi só em 1968 que começou sua carreira de ator, na emissora TIM, em séries como “Los Supergenios de la Mesa Cuadrada” e “El Ciudadano Gómez”, em espaços de 30 minutos de duração aos sábados.
Foi só na década de 1970 que começaram a ser exibidos as séries que fizeram de Bolaños um gigante do humor: "Chespirito", "Chapolin" e "Chaves". A partir de 1973, quase todos os países da América Latina tinha na programação de TV episídios dos programas.
O jornal mexicano "Excelsior" cita a seguinte declaração de Bolaños a um TV espanhola sobre seu personagem mais famoso no Brasil: "Chaves, ainda que carecendo de quase tudo, é otimista, aproveita a vida, brinca, se emociona e tem o maravilhoso dom que é a vida"
No começo da década de 1990, Bolaños decidiu aposentar "Chaves" e "Chapolin" e resolveu apostar em "Los Caquitos", em que interpretava o ladrão Chómpiras (que ganhou no Brasil o nome de Chaveco).
Chaves era um dos personagens e segmentos do programa "Chespirito" que começou a ser exibido no México em 1971. O primeiro capítulo de "El Chavo del Ocho" (como era conhecido o personagem nos outros países de língua espanhola) foi transmitido em 20 de junho de 1971.

Rubén Aguirre contrancena com Roberto Bolaños em episódio de 'Chapolin' (Foto: Divulgação/SBT)
O sucesso das histórias do menino sardento de 8 anos que vive dentro de um barril foi tanto que seu programa era transmitido para quase todos os países da América Latina já em 1973. Chaves foi dublado para mais de 50 idiomas e transmitido em países distantes do Tailândia, China, Japão e Grécia.
A série foi produzida originalmente entre 1971 e 1980, como programa independente, e entre 1980 e 1992 como esquete do programa de variedades "Chespirito", que Bolaños estrelou na rede de TV Televisa. Foram mais de 300 episódios, segundo a rede Televisa.
A série "Os Simpsons" homenageou Bolaños com o personagem Pedro Chespirito, que aparece sempre vestido de abelha e fala frases em espanhol.

Roberto Gomes Bolaños durante apresentação da fundação Chespirito na Cidade do México em 2008 (Foto: Francisco Vega/AFP)
Roberto ficou conhecido no México pelo nome de Chespirito. Mas foram os programas "Chaves" e "Chapolin", ainda exibidos pelo SBT, que ficaram mais famosos no Brasil.
Distante da televisão, Bolaños explorou a sua veia literária com um livro de poemas e uma autobiografia, "Sem Querer Querendo".
Em um dos seus livros, "O Diário de Chaves", revela alguns dos mistérios da série. Ele conta, por exemplo, que Chaves não morava dentro de um barril, mas no apartamento número oito, e que o recipiente era apenas para se esconder quando estava triste ou era perseguido.

Casados na vida real, Florinda Meza e Roberto Bolaños interpretavam Dona Florinda e Chaves (Foto: Divulgação)
Apesar de ter vivido em concubinato com Florinda por 27 anos, os valores de Bolaños eram conservadores. Inclusive, chegou a participar de uma campanha contra a legalização do aborto na Cidade do México.
Nunca escondeu suas convicções políticas e apoiou a campanha do conservador Vicente Fox, cuja eleição em 2000 rompeu com mais de 70 anos de governo do Partido da Revolução Institucional.
Apaixonado por futebol, Bolaños chegou a se encontrar com o astro argentino Diego Maradona, que o agradeceu por tê-lo divertido com os seus personagens e ele aproveitou para retribuir por tê-lo deleitado com suas proezas dentro do campo.

(Com agência Reuters)

Exposição: ÁRVORES


Mais uma tarde em que o Projeto Exposesc - SESC Gravatá, reúne o criador das obras de artes e o seu público, neste caso os Alunos do Educandário Santa Cecília, Criança Feliz.
O Criador é 
Val Fonseca, artista plástico, quadrinhista e ilustrador. Que acertadamente trouxe para a sua exposição o tema "Árvores".
A exposição ficará aberta a visitação do público de 19 de Novembro até o final de Dezembro de 2014, o horário para visitação das 09h às 16h de Segunda a Domingo.


Escolas podem agendar para visitação pelo número: (083) 3237-5253 e pelo e-mail: sescgravata@
gmail.com