quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Coletivo Capa Comics lança revista com histórias ambientadas na Baixada Fluminense

 
O Coletivo Capa Comics publica online webcomics e também produz a revista independente CAPA Comics, com histórias em quadrinhos de diversos gêneros e vários artistas. 


O texto que o Capa Comics usa para se apresentar tem dois questionamentos: “Por que todo super-herói tem que nascer nos EUA? Por que todo super-vilão tem que atacar Nova York?”. A resposta do coletivo, composto por roteiristas e ilustradores, surgiu no dia 27 de setembro, em forma de uma revista com modestas 20 páginas, a uma tiragem de quatro mil exemplares.
A primeira edição do Capa Comics introduz personagens bem brasileiros. Mais especificamente, da Baixada Fluminense. É o resultado do esforço de 16 amigos, moradores da região, que se cansaram de ver um Brasil estereotipado nas HQs estrangeiras e decidiram levar a realidade de onde vivem para a arte sequencial.
Eles colocaram no papel histórias como “Polly & Pumpkins”, sobre uma dupla de 21 anos que lidera uma banda de rock, vivendo a expectativa de realizar seu primeiro grande show no Rockcaxias Fest. E “Detrito”, um professor transformado num “homem cocô” que vive às margens do Rio Sarapuí, “onde as pessoas lançam tudo o que não cabe mais em seu mundo perfeito”, e que agora precisa lutar contra monstros horríveis. O nome do grupo é inspirado em Tenório Cavalcanti, o político de Duque de Caxias conhecido como Homem da Capa Preta.
— Stan Lee está para Nova York como nós estamos para a Baixada — diz, sem modéstia, o idealizador do Capa, João Carpalhau, em referência ao autor de Homem-Aranha, Hulk e X-Men. — Aqui é o nosso foco porque é a nossa casa. Nossa missão é valorizar a HQ nacional. A galera boa daqui desenha lá fora. O contexto do quadrinho brasileiro hoje é resumido a Ziraldo e Mauricio de Sousa. Queremos ampliar isso.
Antes de a revista sair de uma gráfica de Bonsucesso — a impressão custou R$ 2 mil —, o coletivo já alimentava o seu site, desde abril, com HQs curtas que oferecem prévias de futuras aventuras. Os traços traduzem a variedade de estilo que marca os membros do Capa. O mangá, por exemplo, é uma influência evidente em “Polly & Pumpkins”. Já o “Doutrinador” exibe linhas mais realistas e sombrias.
— Cada leitor se identifica com um gênero. Mas todos os públicos, quando leem uma poesia, gostam. No fim, tudo é arte sequencial. Nosso estilo é o quadrinho nacional. A gente nem se preocupa com a estética — observa Carpalhau, recebendo acenos de aprovação de seus colegas.
Carpalhau tem 33 anos, um filho de 6 e uma tatuagem no braço direito em que se lê “Excelsior”, a expressão que Stan Lee usava ao fim de todo artigo na “Bullpen Bulletins”, seção de notícias da Marvel Comics. A mãe, ex-professora de literatura, o alfabetizou com gibis. Foi assim que conseguiu atenuar a dislexia (“As palavras me ‘caíam’, então eu comecei a ver a letra como ilustração”, ele conta). As aulas de bateria também ajudaram um pouco.
Morador de Duque de Caxias, não demorou para conhecer colegas que compartilhassem o mesmo interesse. Com a ajuda da internet, angariou os entusiasmados que faltavam para completar o Capa Comics, um sonho de longa data. Todo mundo que trabalha no coletivo é voluntário.
O projeto ainda está no começo. A segunda edição da revista estava prevista para sair no fim de novembro, mas o lançamento deve atrasar. Falta patrocínio. A estreia teve apoio de um restaurante, que bancou a impressão em troca de um anúncio na segunda página. Carpalhau garante que o estabelecimento viu um crescimento nos pedidos de quentinhas.
Mas os sinais da vitória do empreendimento começam a aparecer. A publicação, que no momento pode ser encontrada num mercado municipal de Caxias e em algumas lojas e bancas, deve ser encaminhada para leitores pelo correio. Os pedidos já existem, de várias partes do Brasil. Além disso, o modelo de produção inspirou outras comunidades.
— Na Rocinha já tem gente querendo fazer quadrinhos — orgulha-se Alexandre D’Assumpção, redator responsável pelo editorial que abre a revista.
Sumpa, como é chamado pelos companheiros, também roteiriza a seção Cópia Comics, em que um personagem gringo é retirado de seu contexto original e inserido na realidade da Baixada. Na Capa Comics nº1, conhecemos o Gastãozinho, o Fantasminha da Baixada.
— Nessa história, ele está procurando um emprego. Há muitos funcionários fantasmas por aqui — ri.
Mas o gancho geográfico não restringe a imaginação de nenhum dos roteiristas. O Doutrinador, por exemplo, caça pelo Brasil todos aqueles que “produzem a miséria e o atraso”. Estão, nesse pacote, políticos e celebridades da TV. Esse justiceiro às avessas, que se define como um “super soldado num país sem guerras”, não mede esforços em seu desejo de vingança e assassina senadores corruptos onde quer que estejam.
— Surgimos com uma abordagem regional, mas não queremos ser bairristas. A Baixada é um resumo do Rio e do Brasil. Temos japoneses, nordestinos, gente de todas as etnias. Esse contexto nos dá a possibilidade de expandir o universo — explica Carpalhau.
Os planos para o futuro incluem uma websérie, novos personagens (os carros-chefes, a partir de agora, serão o Detrito e um herói que ganha superpoderes ao achar a capa verdadeira de Tenório Cavalcanti) e, talvez o mais ousado de todos, a construção da primeira Gibiteca Municipal da Baixada Fluminense.
Sete quadrinistas do Capa Comics receberam O GLOBO no primeiro andar da Biblioteca Leonel Brizola, em Duque de Caxias, onde pretendem montar a gibiteca e oferecer à criançada alternativas para trabalhar e se familiarizar com as HQs. O espaço, porém, está quase vazio. Eles já têm uma parceria com a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, mas precisam de doações.
O grupo de artistas não quer imprimir denúncias ou manifestos em sua obra. Todos rejeitam, por enquanto, um viés político no Capa Comics. Eles dizem que querem se divertir. Mas, no fundo, Sumpa enxerga uma motivação mais séria para o que está fazendo:
— Quando eu era garoto, existia uma certa vergonha de falar de onde vinha, como se a Baixada Fluminense servisse só para empregado e porteiro. Com a Capa Comics, estamos dizendo: esta é a nossa origem. Você se aceita. E aí você se torna uma pessoa melhor.



Texto extraído de: http://oglobo.globo.com/ 

Curta a Fanpage da Capa Comics no Facebook: https://www.facebook.com/CapaComics

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Inauguração da primeira galeria de ilustrações do País


Haverá exposição inaugural, denominada “São Paulo Ilustrada”, onde artistas retratam sua visão sobre a maior metrópole do hemisfério sul
No dia 5 de dezembro, em São Paulo, a Galeria Ornitorrinco exibirá obras ilustradas e promoverá o desenvolvimento da ilustração e de seus autores por meio de exposições regulares e eventos paralelos, como cursos e workshops relacionados à área.
Idealizada pelos ilustradores Mauro Souza e Marcio Guerra, a Galeria será a primeira galeria de ilustrações do Brasil. Localizada à Avenida Pompeia, 520, o espaço exibirá obras de ilustradores consagrados, além de jovens artistas promissores.
Em sua exposição inaugural, denominada “São Paulo Ilustrada”, artistas retratarão sua visão sobre a maior metrópole do hemisfério sul, uma cidade plural e orgânica que, apesar de controversa, congrega todos aqueles que por ela passam ou residem. Dessa forma, as obras não serão somente o registro de um momento, um lugar, um personagem ou um sentimento, mas, a expressão artística do autor versus sua relação com a cidade.


 A ideia da abertura da galeria remonta ao início deste ano. Na ocasião, Mauro Souza e Marcio Guerra, sócios do Estúdio Ornitorrinco, perceberam que havia uma demanda do mercado de colecionadores e consumidores de arte por trabalhos de ilustração já conhecidos no mercado editorial e publicitário.
Em paralelo a isso, ilustradores produziam expressivamente, porém sem um local em que pudessem expor suas obras. Aliando essas duas necessidades, resolveram criar a primeira galeria brasileira de ilustração.
A mostra inaugural, que ficará até o dia 5 de fevereiro, reunirá em seu acervo obras de Alexandre Eschenbach, Anderson Nascimento, Attílio, Baptistão, Claudio Gil, Davi Calil, Gonzalo Cárcamo, Jean Galvão, João Montanaro, Julia Bax, Junior Lopes, Kako, Leo Gibran, Marcio Ramos, Montalvo Machado, Orlando Pedroso, Rogério Coelho, Wagner Zuri, Willian Chamorro e Zé Otávio, que serão comercializadas.
Os apreciadores da arte dos desenhistas poderão encontrar algumas surpresas no acervo para venda como uma arte exclusiva e inédita do ícone dos quadrinhos Alex Raymond (desenhista do Flash Gordon e RipKirby entre outros).
O local ainda organizará exposições regulares, com 30 a 60 dias de duração, assim como cursos e workshops relacionados à área, a partir de janeiro. Entre eles, estão: Oficina de encadernação com Alexandre Eschenbach; Workshop de caricatura com Baptistão; Palestras com Montalvo Machado; e Workshop de ilustração editorial, por Mauro Souza.


Exposição Inaugural “São Paulo Ilustrada”

Os artistas Alexandre Eschenbach, Anderson Nascimento, Attílio, Baptistão, Claudio Gil, Davi Calil, Gonzalo Cárcamo, Jean Galvão, João Montanaro, Julia Bax, Junior Lopes, Kako, Leo Gibran, Marcio Ramos, Montalvo Machado, Orlando Pedroso, Rogério Coelho, Wagner Zuri, Willian Chamorro e Zé Otávio retratarão sua visão sobre a maior metrópole do hemisfério sul, uma cidade plural e orgânica que, apesar de controversa, congrega todos aqueles que por ela passam ou residem. Dessa forma, as obras não serão somente o registro de um momento, um lugar, um personagem ou um sentimento, mas, a expressão artística do autor x sua relação com a cidade.
Período: de 5/12/2013, às 19h (abertura), a 5/02/2014
Horário: de segunda a sábado, das 10h às 19h
Local: Galeria Ornitorrinco (Av. Pompeia, 520)
Tel.: (11) 2338-1146
Site: www.galeriaornitorrinco.com.br
E-mail: contato@galeriaornitorrinco.com.br
Compras: através de pagamento em dinheiro ou cartão de crédito. 

Conheçam RESISTENTE de Juliano Rocha


Resistente é uma webcomic criada por Juliano Rocha que é designer e ilustrador.

Sinopse: Aos 20 anos de idade, Eduardo Oliveira (alterego de Resistente) foi diagnosticado com uma doença degenerativa incurável. Seu pai, grande cientista e pesquisador do uso de células-tronco, aplicou todo o seu conhecimento para reconstituir parte do seu corpo. O tratamento foi um sucesso, mas um acidente fez com que as células-tronco ficassem expostas à radiação, causando uma mutação e lhe dando força, velocidade e resistência sobre humanas.

Quem quiser conhecer mais sobre o personagem, visite a página: http://julianorocha.com.br/resistente/

As atualizações da página acontecem todas as quartas-feiras, às 9 da matina.

Vale a pena conferir! Boa leitura!


Página 14 da edição 1 de Resistente, de Juliano Rocha

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Leilão será realizado para ajudar Stan Sakai

Stan Sakai é conhecido por ser o criador de Usagi Yojimbo, o coelho samurai que já foi publicado no Brasil pela Via LetteraDevir, e por ser colaborador de Sérgio Aragonés nos álbuns do personagem Groo.

Há mais de 30 anos no mercado, vivendo praticamente de quadrinhos autorais, Sakai agora passa por uma situação bastante difícil. Sharon, a esposa dele, luta contra uma doença grave e, após uma longa internação, tem que ficar em casa sob cuidados médicos 24 horas por dia, além de tomar medicações de alto custo.

Como os gastos médicos do artista são muito superiores ao ressarcido pelo seguro-saúde, a Cartoon Art Professional Society - CAPS promoverá um leilão de arte com todos os ganhos revertidos para Stan Sakai e o tratamento de sua esposa.

Para realizar o leilão, a CAPS está solicitando a colaboração de todos os artistas. Qualquer um interessado em contribuir pode enviar seu material (incluindo nome, valor estimado e  comentários) para:


CAPS
P.O. Box 656
Burbank CA.
91503


Os fãs que quiserem colaborar diretamente com dinheiro para o artista, podem realizar uma transferência via Pay Pal, na conta aberta pelo Garage Art Studios! Acesse o site oficial do estúdio para mais detalhes.

sábado, 23 de novembro de 2013

Vem aí a mais nova gibiteria de São Luís!



Aguardem, pois em breve estaremos divulgando mais novidades sobre a loja!

Coming soon...

Debate 'Influência do mangá nos quadrinhos brasileiros'


 Gibiteca de Santos realiza o debate 'Influência do mangá nos quadrinhos brasileiros' com os quadrinistas Leandro Altafim e Denis Dym Freitas. Dia 23/11, às 18h. Gratuito.

Altafim é desenhista e professor de mangá na Secult, Secretaria Municipal de Cultura de Santos e Denis Dym é desenhista da DC Comics e da Space Goat productions.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

DOWNLOAD: Felino Selvagem e Lobo Justiceiro - O Livro das Sombras

Nesta HQ, os dois super-heróis Brasileiros Felino Selvagem e Lobo Justiceiro unem suas forças para enfrentarem um bruxo que fará de tudo para reviver sua amada!

Um perigoso Bruxo denominado Darkron está obcecado em trazer sua amada de volta a vida e para isso ele passará por cima de tudo e todos para conseguir realizar seu poderoso Ritual das Sombras!
Porém, algo da errado durante o ritual e um portal dimensional se abre no mundo do Lobo Justiceiro, engolindo o herói e jogando-o no mundo do Felino Selvagem. Agora, as duas feras deverão unir suas forças para tentar deter Darkron, pois os rituais desse perigoso Bruxo começarão a colocar em risco a vida de todos ao seu redor!!!

Segue abaixo o link para a leitura online de Felino Selvagem e Lobo Justiceiro - O Livro das Sombras: http://issuu.com/luis-hb/docs/olivrodassombras

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Quadrinhos nacionais ganhando importância?

Por Lincoln Nery, extraído da edição 123 do QI


Já faz tempo, eu estava na banca de jornal, quando me deparei com a revista "Saiba Mais com a Turma da Mônica sobre História em Quadrinhos". Na hora peguei a revista e comprei. A historinha é toda em metalinguagem, é muito bacana e tem bastante referências sobre os principais personagens de HQs e seus criadores, eles até falam de pinturas rupestres e baixos-relevos, como um possível primórdio do que viria a ser as HQs, e com a Turma da Mônica apresentando dá um charme demais. Nós vemos Batman, Tintim, Sobrinhos do Capitão, etc. É bem legal!
Aí chega a parte sobre as HQs no Brasil, e pra minha surpresa é bem bacana! Não só os famosos quadrinhos de humor nacionais, que já são valorizados, são citados, como a época áurea do estilo de terror tupiniquim e o que me deixou mais pasmado, os super-heróis do Brasil não foram esquecidos!
Talvez você não saiba, mas os Estados Unidos não reconhecem Santos Dumont como pai da aviação, para eles o avião foi inventado pelos irmãos Wright. E acham que esse invento que revolucionou o transporte no mundo, uma peça fundamental para a revolução tecnológica que vivemos hoje, foi criado nas terras do Tio Sam.
Com os quadrinhos acontece a mesma coisa! Angelo Agostini, um italiano que vivia no Brasil no século XIX já desenhava a revista "Vida Fluminense" muito antes da criação do Yellow Kid, que é tido historicamente como o primeiro "quadrinho" do mundo. Claro que no Brasil os quadrinhos não têm nenhum valor, o que limita a discussão para algum estudioso do assunto e alguns leitores desse meio de comunicação. Não é algo a que seja dado importância como a criação do avião.
O ruim da revista é ser muito curta, poderia ser quase um livro. Uma pena. E no fim, ela não fala nada sobre o movimento dos quadrinhos na internet. é o que faltou pra mim.
Um pouco antes disso, em 2008, a MTV passou um pequeno especial sobre HQs nacionais no seu extinto microprograma MTV Notícias.
E mais recentemente, em 2009, o Canal Brasil fez um interessante documentário sobre o assunto. Muito bem feito, onde temos vários nomes do mercado nacional contando sobre a trajetória dessa mídia no país. São cinco episódios divididos em temas, como: HQ de terror, cômicos, etc.
Convidaram-me para o evento de estréia aqui no Rio e posso dizer, ficou bacana. Porém, descobri que não há menção sobre o movimento de quadrinhistas na internet.
Bom, como o famoso quaadrinhista Ziraldo já alardeou várias vezes na mídia que "todo mundo que mexe na internet é babaca", é difícil que o movimento um dia seja levado a sério.
É uma pena que essa etapa em que os quadrinhos nacionais vivem atualmente não seja considerada pelos artistas brasileiros atuais. A internet se tornou a única ferramenta para a divulgação dos trabalhos. Relembrar o passado, passar as experiências é ótimo, mas é preciso que se veja o presente e o futuro, senão não haverá renovação.
Claro que é ótimo que as outras mídias e os grandes estejam interessados pelo assunto.
Eu, pessoalmente, acho que existe um caminho para esses personagens e artistas, um caminho que quem sabe não quer dividir. A internet é apenas uma etapa nesse caminho.


quarta-feira, 13 de novembro de 2013

O Homem-Camaleão by Lunio S. Alves


Olha só o presente que recebi do amigo Lunio S. Alves. Essa vai pra edição especial de 15 anos do personagem!

Valeu, fera!


terça-feira, 12 de novembro de 2013

Biografia de Alan Moore disponível para download gratuito

Para comemorar o aniversário de 60 anos do roteirista inglês Alan Moore, o aplicativo de leitura de quadrinhos Sequential Arts disponibilizará, gratuitamente, a biografia Alan Moore – Portrait of an extraordinary gentleman, escrita em 2003 por Gary Spencer Millidge.
Lançado para celebrar o aniversário de 50 anos do “mago dos quadrinhos”, o livro apresenta tiras, ilustrações, ensaios, artigos e outras contribuições feitas por diversos artistas da indústria da arte sequencial, como Neil Gaiman, Will Eisner, Bill Sienkiewicz, Dave Gibbons, Denis Kitchen, David Lloyd, Jim Valentino, SergioToppi, Bryan Talbot, Steve Parkhouse, Mark Millar, Howard Cruse, James Kochalka, José Villarrubia, Sam Kieth, Dave Sim, Oscar Zarate e DJ Paul Gambaccini.
A nova versão digital foi expandida, atualizada e remasterizada, agora com todas as páginas coloridas. O aplicativo está disponível apenas para o sistema iOS da Apple e pode ser baixado aqui.
No Brasil, a Mythos publicou, em 2012, uma outra biografia do roteirista britânico, com o títuloAlan Moore – O mago das histórias (Alan Moore – Storyteller, no original).


sábado, 9 de novembro de 2013

“Mercado de Pulgas HQ – Edição Extra” divulga programação


Pouco tempo depois de realizar sua edição anual, em agosto, os organizadores do Mercado de Pulgas anunciaram um evento extra para o dia 30 de novembro. Num ano sem o Fest Comix, a iniciativa é mais que bem-vinda.
Com seis edições no currículo, o evento está consolidado no calendário nerd da cidade, e oferece oportunidade para compra de gibis novos e usados, de lojas, editoras ou diretamente dos colecionadores, e até uma área para escambo.
Ao longo do evento, acontecem sessões de quiz e debates relacionados aos quadrinhos e cultura pop. A programação da edição extra acaba de ser anunciada:
12h: Os Lançamentos do Mercado de Mangás, com Beth Kodama (editora de mangás da Panini), Cassius Medauar (gerente de produto da JBC) e Marcelo Del Greco (editor de mangás da Nova Sampa).
14h30: Jornalismo e Cultura Pop, com Manoel de Souza, Gustavo Vícola, Jota Silvestre, Eduardo Marchiori e Maurício Muniz. Mediação do editor e escritor Edson Rossato.
17h: As Novidades dos Quadrinhos em 2014, com Leonardo Vicente (HQM Editora); Levi Trindade (Panini) e Paulo Maffia (Editora Abril).
O Mercado de Pulgas é organizado por Edson Diogo, criador do portal Guia dos Quadrinhos (www.guiadosquadrinhos.com), com patrocínio da loja Planeta Gibi (www.planetagibi.com), e apoio cultural da Gal Editora (www.galeditora.com.br) e revista Mundo dos Super-Heróis (http://www.europanet.com.br/site/?cat_id=927)

Serviço:

O Mercado de Pulgas HQ – Edição Extra
30 de novembro – das 10h às 20h
Rua Domingos de Moraes, 1581 – Vila Mariana, a 200 metros do metrô
Entrada:
R$ 5,00 (meia-entrada)
Não pagam ingresso:
visitantes fantasiados como personagens de quadrinhos ou da ficção científica e crianças até 10 anos
Contato:
eventohq@guiadosquadrinhos.com

E-book “A história dos quadrinhos no Brasil”

O e-book A história dos quadrinhos no Brasil compila as colunas dedicadas à história dos quadrinhos no Brasil, escritas por Ivan Saidenberg (1940-2009) entre 17 de agosto e 26 de outubro de 1980, no Jornal de Hoje, de Campinas. Obra é um resgate histórico deste que foi um dos principais quadrinistas brasileiros.
O autor é Ivan Saidenberg, trabalhou nos Estúdios Disney da Editora Abril nos anos 1970 até 1985, escrevendo cerca de mil roteiros para personagens como Zé Carioca, Pato Donald, Peninha, Mickey e Pateta, e trabalhando ao lado de artistas como Renato Canini e Waldyr Igayara. Criou o Morcego Vermelho, Morcego Verde (Zé Carioca), Pena Kid, Pena das Selvas, Penado (O Espírito que Desanda) e os primos do Zé Carioca, entre outros.
Escreveu outras várias centenas de roteiros para estúdios brasileiros, tendo colaborado com a Turma do Pererê, de Ziraldo, a Turma do Lambe-Lambe, de Daniel Azulay, e a Turma da Fofura, de Ely Barbosa. Criou também personagens próprios, como o piloto de corridas Va-Va-Vum (revista Crás) e Rei Napo, o Leão, sátira política ao governo de João Batista Figueiredo, publicada pelo jornal City News, de Campinas, onde morou de 1971 a 1988. Faleceu em 30 de setembro de 2009, devido complicações do diabetes e insuficiência arterial.
O lançamento é da Marsupial Editora e por enquanto, o livro está disponível apenas na Amazon, em formato Kindle. Estão previstas versões do e-book para outras plataformas em breve. A versão digital de A História dos Quadrinhos no Brasil tem 59 páginas e custa R$ 3,99. O arquivo está disponível para a compra clicando aqui

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

DOWNLOAD: Pô/esia #2

É com muita alegria e também com imenso pesar que posto aqui a edição 2 do zine /esia. Pois após o fechamento desta edição recebi a triste notícia da morte de minha amiga Cecília Fidelli. Ela quem batizou este fanzine e contribuiu com ele e com muitas outras obras. Infelizmente perdemos uma grande pessoa, uma amiga simples, humilde, maravilhosa, e uma poeta, com todas as letras da Língua Portuguesa.  Cecília deixou em minhas mãos o projeto de lançar um livro seu já intitulado: "Ah, se eu não delirasse em poemas", que prometo compilar e disponibilizar para download em breve com a permissão de seus familiares.
Dedico esta edição a minha grande amiga e como ela costumava dizer: "Paz e poesia". 

LEIA JÁ!

Download: http://www.mediafire.com/download/km1dcrgjrcu3p6m/P%C3%B4-esia+2.rar

Visite o blog da artista e conheça um pouco mais de seus trabalhos: http://ceciliafidelli.blogspot.com.br/

NOVO SISTEMA: CARD GAME

É, galera! E a coleção NOVO SISTEMA: CARD GAME continua! Com vocês, O Homem-Camaleão [2nd] (versão Sebastian Barton) e Átomo!
Espero que curtam! Próximo mês tem mais!



terça-feira, 5 de novembro de 2013

Estudos

Estes são alguns estudos que andei fazendo ultimamente. Desenhando pin-ups para alguns amigos e também me atrevendo a usar o Photo Shop. A minha primeira experiência com o programa foi satisfatória...

Coelhinha sex... No lápis.
Coelhinha sex... Já arte-finalizada!
Thomas! O meu primeiro personagem! Pensei que nem conseguiria mais desenhar ele depois de tantos anos só desenhando quadrinhos de ação!
As cores foram pelo Photo Shop. Não ficou lá essas coisas, mas já é um começo.

sábado, 2 de novembro de 2013

Projeto de lei de incentivo ao quadrinho Nacional é aprovado

:: ATUALIZAÇÃO ::
Mais textos em informações nos seguintes links:

Papo de Quadrinho
http://nacao.net/2013/10/comissao-aprova-incentivo-para-publicacao-de-quadrinhos/

Nação HQ
http://nacao.net/2013/10/comissao-aprova-incentivo-para-publicacao-de-quadrinhos/

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(visto no site da Associação Nacional dos Editores de Revistas - ANER)
A Comissão de Cultura (CCULT) da Câmara dos Deputados aprovou neste mês o projeto de lei (PL) 6060/09, que estabelece incentivos fiscais para a produção, publicação e distribuição de revistas em quadrinhos nacionais. O projeto segue agora para a Comissão de Constituição, Justiça e de Cidadania (CCJC) para análise constitucional e jurídica, em caráter conclusivo.
Segundo o projeto, editoras que atingirem o percentual mínimo de 25% de quadrinhos nacionais publicados, considerando-se o conjunto das publicações do gênero produzidas a cada ano, receberão desconto de até 25% no Imposto de Renda sobre o total investido. Já se atingirem um mínimo de 35% de conteúdo nacional, o percentual sobe para até 50%.
Vale citar que o PL reconhece como HQs nacionais aquelas produzidas, escritas e desenhadas por artistas brasileiros ou estrangeiros radicados no Brasil, e editada por empresa sediada no país. Além do mais, tanto publicações impressas quanto digitais serão consideradas no cálculo percentual dos títulos lançados por ano, desde que registradas e com número de ISBN ou ISSN.
Caso sejam veículos de circulação diária, semanal ou mensal, deverão seguir a mesma relação percentual de tiras nacionais em comparação com as tiras estrangeiras. Por fim, o projeto prevê a implementação, pelo Poder Público, de medidas de apoio e incentivo à produção de histórias em quadrinhos, como um edital de incentivo e inclusão de obras no material didático-escolar.