segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

HOMEM-CAMALEÃO COMPLETA 15 ANOS!


   
   Há quinze anos atrás em 1998, durante a crista da onda dos heróis Marvel e DC da década de 90, eu colocava em prática os primeiros rabiscos do viria a ser o Homem Camaleão. Era uma época frenética que vivi junto com os meus amigos de infância, com muitas influências, e nenhum de nós estava interessado em ganhar dinheiro com HQs no Brasil - só queríamos desenhar e sentir o gostinho de ver um exemplar de nossos personagens concluído, um após o outro. Num levantamento incompleto que fiz desta época, relacionei mais de QUARENTA "fanzines" que produzimos juntos e criamos inúmeros personagens, eram eles: Homem Camaleão, Homem Barata, Homem Sapo, Fire First, Chama, Space Mercury, Gatuna, Lunar, entros outros... Alguns com nomes bem escrotos como no caso do Jacaré Coroa e Dr. Baratão (Risos!).
   Nenhum de nós mandava muito bem no traço e tudo era bem amador mesmo. Mas nada superava nossa força de vontade. Foram criadas inúmeras origens para o meu personagem e inúmeros uniformes até que se chegasse ao que chamo hoje de “a versão definitiva do personagem”. Como já havia citado antes, o Camaleão acabou também virando febre entre os alunos da escola onde eu estudava o que me fez começar a ver as coisas por outro patamar... Fico muito agradecido pelo apoio que recebi até aqui.
   A história no começo segue mais ou menos o mesmo ritmo do que vemos por aí: Um jovem que busca vingança pela morte de um ente querido e que acaba adquirindo habilidades especiais e as usa para combater o mal (meio clichê!), mas a narrativa acabou ganhando vida própria, com muitas porradas e mortes e os dramas pessoais vividos por Sawane Sullivan que é o protagonista da história. A garota em questão se chama Millena, que é amiga-quase-namorada de Sawane. Mas quando ele descobre alguns “podres” dela, passa a odiá-la. É, ele é mesmo um herói azarado...
   Com muito mais ação e violência, o herói enfrenta vários de seus inimigos: Stryker, Mestre-do-Crime, Crocodilo, Corona, Alligator e vários outros, e sempre contando com o apoio de seu sensei Sebastian Barton, mestre em Kung Fu, que age como uma espécie de “anjo-da-guarda” nos momentos de perigo do herói. Acho que atualmente eu apresento um Homem Camaleão muito mais sofrido, ferrado e angustiado, se comparado com o qual eu fazia lá atrás em 1998... Eu ainda possuo alguns desses antigos exemplares que resistiram a uma guerra de cupins aqui em casa (Risos!).
   É, cambada! E neste mês o Homem Camaleão está completando seus 15 Anos de existência. Fico muito satisfeito com o que tenho alcançado e sei que ainda tenho um longo caminho a trilhar. Espero que todos estejam curtindo suas aventuras e que possam continuar acompanhando e que Deus me dê forças e criatividade pra prosseguir! Obrigado por tudo!

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